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BRASIL: Se gritar pega o ladrão, não fica um... Os recentes acontecimentos amplamente divulgados pela imprensa do Brasil e do mundo, envolvendo a figura do governador de Brasília, Doutor José Roberto Arruda (mensalão e pagamento de propinas), esse que parecia ser um homem resignado daquele crime da “quebra do sigilo” do painel de votação sigilosa do Senado Federal, em conluio com o Antônio Carlos Magalhães, que já partira deste mundo, parece, agora, não deixar dúvidas de que quem faz uma vez se acostuma e sai em disparada cometendo ilícitos de toda sorte. O maior problema do vício de ser delinquente é que a impunidade nesta nação é maior do que si própria. Fora um salafrário pobre, sem recursos, e de cor, principalmente, estaria na cadeia, que também nem sempre resolve, eis que a progressão das penas é uma vergonha que nos enche de tristeza e decepção. Um sujeito que mata seu semelhante, quando condenado a trinta anos de reclusão, por exemplo, tem esse termo muitas vezes reduzido a vinte por cento, ou seja, em pagando seis anos já se torna beneficiário dessa regalia. De vez em quando, com medidas rápidas e paliativas os parlamentares endurecem as leis, mesmo porque o crime organizado, por exemplo, está com poder bélico até superior às milícias governamentais, isso é o que se ouve no noticiário. Avião sendo abatido por criminosos não se pode admitir num país que se preze, porque a população fica insegura com a existência desse poder paralelo mais operoso do que a malha oficial. Voltando ao doutor Arruda, nome de uma planta que se utiliza muito para benzer pessoas com “olhado”, “quebranto”, o blogueiro, que nunca fica em cima do muro, indeciso, chegou a admitir que pudesse se estar tratando de caso de “armadilha” adrede preparada por opositores. Mas nunca falara que ele seria inocente! Com a divulgação de fotos, vídeos e áudios sobre o episódio da coleta de dinheiro, que seria aplicado junto aos “pobres” na aquisição/distribuição de cestas de natal, “panetones” e coisas tais fica claramente impossível ao mais esperto dos advogados ensaiar uma defesa a esse sujeito, que para mim agora não passa de um criminoso comum, salvo provando o contrário. Como se sabe, essa comida que eles alegaram adquirir para os menos aquinhoados, é oriunda da Itália e muito consumida no período do Natal. O blogueiro, por sinal, detesta-a, não quer nem ouvir falar desse produto. Justamente agora, quando os níveis de pesquisas da doutora Dilma vêm aumentando, reduzindo substancialmente a margem que o governador de São Paulo, Dr. José Serra (PSDB), mantinha sobre ela; no momento em que o virtual candidato da oposição à presidência da República anuncia que não quer colocar sua campanha na rua, a fim de não parecer apenas um desafeto do Luiz Inácio, aparece um irresponsável governador do DEM, partido que anda junto com o PSDB, como “Cosme e Damião”, e produz um escândalo desses! Fala-se que estão sendo tomadas medidas para puni-lo e até mesmo o expulsar das hostes “Democrata”, medida que deveria ter sido tomada desde o escarcéu que fizera quando Senador. Agora pode ser tarde, e com toda a certeza borrou a candidatura do PSDB, partido aliado, cuja tendência agora é mergulhar no abismo mais uma vez. Naquela oportunidade, quando a desordem dos aloprados do PT e da base de apoio ainda fervilhava, a correta punição na esfera administrativa do antigo PFL, predecessor do DEM, seria mesmo a de expulsá-lo sem dó nem piedade, até porque se confessara culpado, e tanto é assim que renunciou ao mandato de Senador. Deixasse que fosse ele embarcar nas fileiras do PMDB, em cujo organismo reside uma fatia de políticos do mal, que estão sempre a postos para defender e acobertar elementos inescrupulosos. Olha, esse negócio de renunciar, ser expulso do partido, ficar inelegível por alguns anos não representa penalidade alguma se considerado que o desvio e manipulação de dinheiro que no fundo seria do erário público, que é do povo, para este blogueiro é um crime que poderia ser do tipo inafiançável, sujeito a reclusão. Sim, opino no sentido de quem roubar dinheiro da população, que sofre à falta de hospitais, leitos, boas escolas públicas e gratuitas, medicamentos, remédio, médicos e uma interminável série de itens de real necessidade se equipara a “crime hediondo”, disso não se tenha a menor dúvida. Noutro dia, em mais um pronunciamento de um alcance extraordinário, o decano senador Pedro Simon (PMDB-RS), comentando uma entrevista do vice-presidente da República, empresário e ex-senador José Alencar Gomes da Silva, praticamente transcrevendo suas palavras, disse que se a corrupção brasileira fosse limitada a apenas 50% em todos os setores da vida nacional, resolver-se-iam todos os problemas da pobreza que reina entre nós. Isso, dito por uma autoridade que está no poder não deve, jamais, ser contestada! Confesso que a minha reação não foi de surpresa alguma, até porque já convivi em empresa pública por uma vida, e pude tomar conhecimento de como podem se prostituir os que vivem a custa do governo, ora recebendo “toco” em dinheiro, bens de valor expressivo, como automóvel, terrenos e outros presentes valiosos, mas de difícil comprovação, porquanto quem sabe fazer não deixa vestígios, embora não se saiba de qualquer crime que seja perfeito... De vez em quando um era pego a descoberto; sabe qual a penalidade? Transferência para outra cidade. Em matéria de lidar com dinheiro do povo ou se é honesto ou se entra na esparrela, na tentação, pois a carne é fraca. Não é fácil passar pela vida pública e se manter virgem, ausente de desvios de conduta, especialmente quando não se ganha um salário compatível com a vida que se quer levar – não com a que pode sustentar. O homem, por instinto, quer sempre mais, quase nunca se conforma com pouco. Não saber gastar, economizar dentro do ordenado é o primeiro passo para descambar para o caminho da perdição. Uma vez descarrilado não há volta, pois se torna muito apaixonante para alguns viverem no terreno das ilusões, em nome de uma realidade fictícia. Meu pai sempre dizia que o “sujeito quando se torna muito sabido vai ser ladrão”, que parece ser um adágio popular antigo. Quero entender que se houver uma boa remexida no passado brasileiro, somente dos últimos vinte anos, como ponto de partida, sopesados os escândalos dos governantes e os da oposição não haveria troco, a partida resultaria num empate, nem vencidos nem vencedores. Bem, entendo que para o Arruda não terá remédio, ou renuncia, única oportunidade que terá de burlar a boa-fé dos eleitores da cidade mais politizada do país, ou seu “impeachment” será votado pela pertinente Assembléia Legislativa do Distrito Federal; aliás, o presidente da OAB a nível nacional já teria tomado a iniciativa de requerer essa justíssima medida. Agora restará à oposição baixar a cabeça e engolir tudo o que vai sair de agressividade da parte dos políticos aliados ao presidente Lula, enquanto este mais um fora vem de levar ao anunciar que o Brasil não reconhecerá o governo do recém-eleito presidente de Honduras, Senhor Porfírio Lobo, do Partido Nacional. O metalúrgico está com isso e com a mantença do Zelaya na nossa embaixada em Tegucigalpa, angariando antipatias por esse mundo afora. Dos Estados Unidos então nem se fala! Enquanto isso demonstrou o nosso presidente todo apoio possível ao candidato José Mojica, ex-guerrilheiro, seu camarada, claro, à presidência do Uruguai, da qual saíra vencedor, e assim mais um desajustado assume um poder na América do Sul. De guerrilha os parceiros do Lula entendem e muito, a própria ministra da Casa Civil e candidata oficial a sua sucessão, é uma guerrilheira... sim, porque na minha opinião quem foi nunca deixa de sê-lo. Fico por aqui. Um abraço. Em revisão. Fontes: INTERNET, UOL, GOOGLE, FOLHA-ON, JC-ON, CBN.
Escrito por pirilampo às 14h00
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História de pescador – Blog de 30.11.2009 - Republicada João pescador tinha um vira-lata, companheiro bom danado, melhor do que esses de raça que vivem por aí mordendo todo mundo, capazes até de matar. Pra onde ia levava o animal na coleira, mas de vez em quando o soltava e ele o acompanhava. Era amor pra muito tempo. Atendia só com um olhar não precisava gritar e nem ameaçar o amigo. E isso o prendia demais ao seu dono, a quem dedicava toda a sua fidelidade. Chamava-se “Veludo”, embora tivesse pouco pelo, mas pela doçura merecia esse nome. Uma de suas grandes qualidades era correr, ninguém o pegava, um raio da “gota serena”. Pescador e peixeiro de mão cheia, sempre o levava consigo em sua jangada mar adentro. De vez em quando um peixinho para o lanche da “criança”, que também significava certa tranquilidade contra elementos perniciosos que até dentro d’água procuram fazer o mal, roubar, o que lhes der na cabeça. Olha, gente ruim tem em toda parte, isso é inevitável. O dia amanhecera bom para a pesca, ainda mais para colocar suas redes nos lugares decorados, demarcados “de cabeça”, não havia necessidade de “radar”, nem de “GPS”, esses equipamentos modernos de que os ricos se utilizam. Era tiro certeiro, sempre voltava com o balaio repleto, peixes pequenos e médios, claro, mas saborosos. E ele sabia do nome de todos e de cada um. Era pegando da rede e jogando num samburá especial feito por ele próprio. Opa, uma cioba, um dourado, um bagrinho. Gostava de colocar o dourado dentro d’água, preso a um pequeno pedaço de linha, a fim de que com isso pudesse manter o cardume por perto. Inteligente o rapaz. Não raro, inventara um nome qualquer... Morando perto do cais do Recife, dali era fácil enfrentar mais um dia de pesca. O porto estava cheio de navios e à espera para atracar estavam alguns, ao largo, digamos assim. Todo o cuidado seria pouco, até porque as autoridades da alfândega não gostavam de permitir que embarcações da espécie sem muita estrutura atravessassem a boca da barra. O perigo era iminente. Aproveitando-se de uma “brecha” deixada de propósito pela turma da segurança, que já o conhecia, colocou os apetrechos na jangada, o cachorro ao lado, e se pôs a navegar. Tinha um pequeno motor de popa, de cinco cavalos, que suportava muito bem a viagem e, além do mais, era bastante econômico, muito mais do que um “fusquinha” dos antigos. Lá se vão o senhor João e seu estimado “Veludo” tranquilamente. De repente, ao passarem por um navio de tamanho médio, funcionando, o cachorro tomara um susto, escorregou e caíra na água, fato normal porque esses animais sabem nadar e muito bem, não havia perigo nesse aspecto. Problema foi que ao passar perto das hélices do navio, eis que o pobre é apanhado de surpresa e fora “torado” bem no meio, ficando seu corpo agora dividido em duas partes. – “Mas que azar! Logo hoje que pretendia fazer uma boa pescaria! O que eu faço meu Deus me ajude! Ô pega”! Diante da situação, alternativa não lhe restava senão pular e pegar seu camarada o mais depressa possível. Na sua “bagagem” de pesca levava sempre consigo uma latinha, um tubo, ou um vidro de cola, dessas que depois que seguram ninguém mais retira, como tal de “superbond”, não importa o nome. Pegara o animal, subira na jangada, o corte ainda estava “fresco”, o sangue ainda não havia coagulado. Pegou o vidro da cola e trêmulo, nervoso, abobalhado, danara-se a aplicar nas duas partes com muito cuidado, para evitar mais sofrimento. Juntou-as e pressionou, a cola era de secagem rápida, produto importado. Colou... Um sucesso... que bom! Pois bem, contente com o feito, não se deu por conta de que havia colado errado, isto é, duas pernas pra cima e duas pra baixo. Agora não tinha mais jeito, isso é a peste... cortar novamente...jamais! Deixou assim mesmo, desistiu da pescaria e foi direto pra casa aperreado, mas o importante era que seu companheiro não morrera, estava vivinho “da silva”. Problema era o cão se acostumar com a situação... Aos poucos se habituaria, claro... Não deu outra... Todo animal é inteligente... Falam do “burro”, porém sem razão, porquanto é o único quadrúpede que conhece as cinco vogais e as repete sempre quando relincha: a, e, i, o u... E completa: "Ipsilone". Pois bem, todo o dia bem cedinho levava “Veludo” para correr na beira mar, a fim de que pegasse logo o traquejo, precisava de preparo físico, estava magro, mas tinha saúde, a competição anual do bairro viria por aí... Por onde passavam ouviam-se “cochichos”, “mangação”, “gozação”. A tudo seu João suportava calado, ”rir melhor quem ri por último” já dizia o ditado. Chegara o dia do grande conclave anual que faziam na sua rua. Inscrevera o cachorro assim mesmo, já estava habituado e a vitória seria como que favas contadas. Mas só ele acreditava nessa hipótese, os outros riam a valer. Dado o sinal de partida os dez competidores se lançaram a correr. Ora “Veludo” ia à frente ora em segundo lugar. Ainda não havia colocado em prática sua grande arma! Faltando uns quinhentos metros para a chegada, cansado de correr com duas pernas, virara e foi como se a corrida tivesse começado naquele instante. Disparou na frente para regalo de seu dono e tristeza dos outros proprietários criadores. Quando cansava era só virar de lado e prosseguir normalmente. Vitória com larga margem. Há males que vêm para o bem. Aqui termina mais uma história “verídica” de pescador... Por hoje é só.
Escrito por pirilampo às 20h35
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BRASIL – A corrupção continua à solta! José Roberto Arruda (DEM-DF), governador de Brasília, poderá estar envolvido em esquema de desvio de dinheiro público, segundo anunciam os jornais, com base em informações de pesquisas e investigações realizadas pela Polícia Federal. Claro que ele nega, veementemente, participar de qualquer esquema de pagamento ilegal a sua base de apoio na Câmara Legislativa distrital de Brasília, com o fim de obter maioria nas votações de interesse dele, do seu partido e do povo (?). Será mesmo que esses políticos pensam nos mais fracos, nos desfavorecidos da sorte, dos descamisados, como falava o ex-presidente Fernando Collor de Melo?! Ontem, o governador demitiu o secretário extraordinário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, e afastou dos cargos José Geraldo Maciel (chefe da Casa Civil), Fábio Simão (chefe de gabinete), José Luiz Vieira Valente (secretário da Educação) e Omézio Pontes (assessor de imprensa). As medidas foram tomadas depois que a PF cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas e gabinetes dos secretários, deputados distritais e empresários que mantêm contratos com o DF Por meio da assessoria, Arruda disse que colaborará com a investigação e que as irregularidades começaram na gestão anterior e que "podem ter continuado". Ele afirmou que só se pronunciará quando conhecer o processo. Falar no José Roberto Arruda nos leva, mesmo sem querer, àquele episódio da violação do painel de votação confidencial do Senado Federal... Trata-se da mesma pessoa que, anos atrás, juntamente com o seu colega Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA), presidente da Casa, teve oportunidade de saber a votação dos parlamentares que participaram da sessão alusiva à cassação do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). O objetivo das investigações era tentar estabelecer um relação na construção do Fórum Trabalhista de São Paulo entre o Grupo OK, de Luiz Estevão, e a empresa INCAL, de Fábio Monteiro de Barros, executora da obra. Embora ambos negassem a relação, os documentos eletrônicos [arquivos encontrados no computador, juntamente com o rastreamento das ligações telefônicas e a quebra do sigilo bancário dos envolvidos] criaram um contexto impossível de ser negado por ambos que, então, puderam ser incriminados. Pois bem, em 28.08.2000, por 52 votos a favor, 18 contra e 10 abstenções, teve seu mandato cassado por quebra de decoro parlamentar, o primeiro da história do Senado brasileiro. Ficara também inelegível por oito anos a partir de então, e em seu lugar assumiu o suplente Valmir Amaral, também empresário, mas da área de transporte urbano, até a conclusão do mandado, em 31.01.2007. Ao que se sabe, pelo menos contam, os dois senadores sabiam que a senadora Heloísa Helena (PT-AL) havia votado pela inocência do senador Estevão, quer dizer contrariamente a sua cassação, e isso deu motivo para muitas discussões. A verdade é que a brilhante e voluntariosa representante de Alagoas fora expulsa de sua sigla, vindo a criar o PSOL, e por ele disputar à presidência da República em 2006. O blogueiro acha que ela e o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), também candidato, retiraram mais de nove milhões de votos do Geraldo Alckmin. Os sufrágios que obtiveram podem ter sido justamente de quem era terminantemente contra o metalúrgico. De qualquer sorte o ACM ainda continuava representado na Casa de Rui Barbosa, em face de seu suplente ser nada mais nada menos do que seu filho Antônio Carlos Magalhães Júnior (PFL-BA), que completou seu mandato até final de 2001. Com a morte do apelidado coronel baiano, em 2007, o ACMJ será senador até o próximo ano, talvez não tenha cacife para ser eleito diretamente pelo seu povo. O ex-tucano Arruda tinha o sonho de governar Brasília. Candidatou-se a uma das oito vagas de deputado pelo Distrito Federal, enquanto Antônio Carlos Magalhães fora novamente eleito para o Senado nas eleições de 2002, e isso já era esperado, eis que nunca perdera, pessoalmente, a liderança que exercia na sua terra. Depois de rachar com o PSDB, que resultou na demissão de dois ministros por ele indicados, resolveu dar seu apoio ao candidato Luiz Inácio à presidência... E ganhou. Dizem que agira mais por vingança, porém isso resultou no crescimento do deputado Jaques Vagner (PT-BA), que logo se elegeria governador do Estado, em 2006, em oposição ao ex-senador Paulo Souto (PFL-BA). Polêmico, logo brigaria com o governo Lula, porém antes de falecer, com ele fizera as pazes num encontro no Palácio do Planalto. Voltando ao José Roberto Arruda. Seu grande sonho havia sido realizado. Elegera-se governador de Brasília em 2006, depois de exercer o mandato de deputado federal. Sua vitória ocorreu no primeiro turno com mais de 50% dos votos válidos. Expressiva votação numa capital altamente politizada... Era o esquecimento total de suas travessuras... O blog ficou deveras surpreso com essas investigações da Polícia Federal, pensava que o homem já estava cicatrizado para não cometer deslizes que pudessem comprometer a sua vida pública... Afinal é trabalhador, um excelente orador, não deveria cair em esparrelas, sim porque pode ter sido um caso adrede preparado para fisgá-lo de calças curtas. Mas as gravações telefônicas são comprometedoras... Talvez não tenha jeito, o caso deve ser pior do que a quebra do sigilo do Senado! Não se está aqui querendo defendê-lo, até porque o blogueiro é severo em matéria de honestidade, de zelo pelo patrimônio público, mas ninguém pode olvidar que a “situação” de hoje era a “oposição” de antes, e tudo faz para cassar desafetos de outras siglas. Querem dominar de norte a sul e de leste a oeste, unanimidade, digamos assim. O de que me admiro é não se apurar a “carniça” que deve ser esses apoios ao executivo de partidos aliados, que tudo votam em favor do governo, e certamente esses políticos nada fazem de graça, sem retorno. Mas nossa Justiça é mesmo cega, sabe de tudo, porém não age se não for acionada. E quando o é faz ouvido de mercador, os processos duram uma eternidade, terminam caducando, prescrevendo. Os governantes deveriam se interessar, isto sim, em desafogar o poder judiciário, pois a enxurrada de ações é de tal sorte que não há como acelerar a marcha dos pertinentes feitos. Para eles, todavia, quando mais demorar, melhor!. Entretanto, a OAB-Brasília está estudando se pede ou não o “impeachment” do governador, mas isso é apenas fogo de monturo, por que não pede também o impeachment do Lula, o presidente campeão de todos os escândalos possíveis e imaginários... Aí pode ter coisa! Em revisão. Fontes: UOL, FOLHA-ON, GOOGLE, INTERNET.
Escrito por pirilampo às 19h00
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Contou-me o dileto e estimado amigo, hoje retornando à cena, que no início dos anos oitenta fora transferido de Aracaju (SE) para a cidade de Natal (RN), isso na condição de superintendente do Banco do Brasil. Em seu lugar fora nomeado o Dr. Leonildo, que era professor de economia de uma Faculdade do nordeste, da qual não me lembro agora. Homem muito querido pela clientela, tinha facilidade de fazer amizades. Falam as más línguas de que ele estaria em débito com a direção geral da casa, pelo menos eram as notícias que corriam boca a boca. Dos motivos ninguém falava. Nada posso comentar a respeito, pois tratar disso somente com provas inequívocas, disse-me, no que lhe dou razão. Gostava muito de falar, deleitava-se quando aparecia um público, qualquer que fosse para mandar o verbo. De economia era mais desasnado, mas uma coisa é saber da teoria e na prática não demonstrar tanta competência. No que toca a mulheres, pelo que se via, talvez fosse um conquistador, pelo menos se amarrara a uma distinta funcionária do banco e com ela fora morar na condição de marido. Pois bem não houvera uma espécie de permuta de seis por meia dúzia, porquanto em um item considerado dos mais importantes o meu amigo com certeza o suplantava que era justamente a lisura com que exercia suas funções, inteiramente comprometido com o patrão, pois exercia cargo de confiança, tinha procuração da direção geral. Em chegando a Sergipe o Dr. Leonildo fizera aproximação com o governador do Estado, Dr. Augusto Franco, político altamente respeitável e que marcou época naquele estado nordestino, que se fosse um país naqueles idos poderia até participar da OPEPE na qualidade de grande produtor do ouro negro. Depois fora perdendo posições para outras bacias mais produtivas no Rio de Janeiro e de Santa Catarina. A verdade é que seria auto-suficiente, não consumia tudo o que produzia. Também o seria em relação ao açúcar e ao álcool, isso pra não falar na bovinocultura. Dessa amizade, digamos assim, gerou a ideia de colocar o nome de seu filho, que estava a caminho no ventre de sua mulher, exatamente igual ao do governador, atitude vista por uns como de “bajulação”. Nobre não tinha opinião sobre isso, porém com certeza absoluta não agiria assim; sua formação doméstica e bancária era outra. Incontáveis vezes participara da comitiva do Dr. Augusto para solenidades dentro ou fora do município, e ficava bem afastado das câmeras, dos jornalistas, no que era aplaudido... Aquela autoridade comentando com seus secretários dizia mais ou menos assim: -- “Olha o Nobre onde fica... não gosta de aparecer, enquanto outros...”! Mas o Leonildo, sabedor que era da pequena desavença ocorrida entre Nobre e o gerente da filial da capital sergipana, Dr. Chavita, procurou justamente fazer amizade com ele, ficando como a “corda e a caneca”, fato que era bastante compreensível de vez que praticavam o mesmo tipo de administração. Esse gerente tinha muito prestígio com o presidente do banco, ao qual chamava de você, tratamento muito próximo e incompatível com a hierarquia. Certamente não teria servido às forças armadas. Houve gente que supôs haver sido ele orientado para “encher” a paciência do Nobre, que tinha o “pavio” curto. Mas da desavença Nobre não tinha culpa. Conta ele que com o salário apertado, porque o banco passava por reformulações, escrevera uma carta ao presidente colocando-o a par da situação precária por que atravessava seu orçamento doméstico, e sugerindo que fosse criada uma verba de “auxílio moradia” ou que a empresa adquirisse casas em todas as capitais, pelo menos, a fim de abrigar administradores. E isso fora feito. Entendia o substituto que a residência era para o gerente. Queria de toda a maneira que o Nobre desocupasse o apartamento para ele morar...onde já se viu uma coisa dessas! Difícil era quem acreditasse no aperreio orçamentário dele, eis que o que se falava nas ruas era que os funcionários do banco ganhavam rios de dinheiro...de fato pagava bem, mas com o tempo isso foi se corroendo, e gente humilde como ele, que vivia apenas do ordenado, diferentemente de outros gerentes (?), sofria na pele. Em seu pensar quando um empregado começa a viver num mundo diferente do que cabe no seu ordenado pode verificar que aí tem coisa. Sobre os episódios decorrentes da aquisição do apartamento já foram objeto de inclusão em um dos capítulos reservados ao dileto amigo, hoje apenas uma sombra daquilo que fora, acometido de doença coronariana crônica. Com a dedicação dele às causas do BB outra coisa não se poderia esperar que não problema no coração. Seus amigos o alertavam para isso, porém teimoso ao extremo nunca dera bola pra nada...era só trabalho, perseguia ser sempre o melhor. Contam que o senhor Chavita no exercício da gerência numa cidade do norte do país – para onde teria sido transferido por conta de uma punição, eis que já exercia alto cargo nas bandas do sul -- recebera uma ligação telefônica da presidência do banco (que já era outra) convidando-o a se aposentar imediatamente, sob pena de demissão pura e simples. Aquele seria o seu último dia de trabalho na empresa... foi o que fizera! Duvidêodó que isso pudesse acontecer com o velho Nobre, seu nome já era uma referência. Mas será que o inusitado gerente tinha “rabo de palha”? Tendo certeza de que não, decerto não teria ido pra reserva... No mínimo ficara em dúvida! Cruel, aliás. É que sua agência fora assaltada, e os ladrões levado mais de duzentos milhões de cruzeiros, gerando a ida de muitos inspetores para apreciar o assunto, sem perder de vista as apurações de praxe da polícia federal e do ministério público. Das conclusões finais o banco nunca dará conhecimento a ninguém, pois se trata de assunto de ordem interna, no que discorda o amigo, até porque o estabelecimento é do governo e negocia com dinheiro público e do público. Mas voltando ao senhor Leonildo. Certa vez os superintendentes estavam reunidos em Brasília com a diretoria do banco. Não havia como evitar o encontro, o olhar dentro dos olhos como era contumaz no Nobre. Pouco antes da abertura do encontro o ilustre amigo esteve conversando particularmente com um diretor, fazendo-lhe sentir da necessidade que se fazia presente, qual seja a de o banco mandar um avião deixar o Dr. Leonildo em sua cidade, vez que seu pai estava à beira da morte. Indo em voo de carreira certamente não chegaria a ponto de ainda encontrá-lo vivo. Nobre não sabe se fora atendido, porém notara a falta dele durante a reunião do turno da tarde. De sua atitude, Nobre guardara segredo até hoje. Sem esperar, contudo, fora por ele recompensado. No exato dia em que o banco transferiu meu amigo de Natal para Teresina, por conta de atritos com o seu superintende adjunto (e sempre a instituição pune os dois), já havia o indigitado doutor Leonildo feito a propaganda. Nobre nem desconfiava, até porque nada fizera para ser castigado, e tanto é assim que veio a saber quando da ocasião em que lhe ofertara um almoço com o pessoal da superintendência, já com os pratos e a comida à mesa. Dizem que hoje em dia o senhor Leonildo anda com a vida desarrumada, passando agruras, mas isso é próprio do destino, dos desígnios de Deus, como diz aquele chavão “Quem faz aqui paga aqui mesmo". Nobre dele não guarda mágoas... Um abraço. Em revisão. Fonte: Memória.
Escrito por pirilampo às 20h10
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IGUALDADE RACIAL: Por que querem discriminar? Ontem, no Senado da República, discutiam os nossos representantes, porque não tinham nada o que fazer, a propósito da lei que trata do “Estatuto da Igualdade Racial”. Estavam numa audiência pública ouvindo um doutor branco que dava um show de competência, da boca pra fora, digamos assim. E então vem aí mais uma norma que, acrescentada às demais já existentes, duríssima para quem comete o grave delito de discriminar os irmãos de cor, esses que foram e ainda são responsáveis pelo progresso do nosso país ao longo dos anos. Como já falei em blogs anteriores, o nosso Brasil é um amontoado de leis, umas sobrepondo-se a outras, e por isso nenhuma “pega” pra valer mesmo. Quando o Estado só se preocupa em regulamentar o que já é patente na sua Constituição o que mais consegue é misturar tudo num mesmo saco e ninguém, nem mesmo a justiça, sabe aplicá-las. O negócio é que só marca passagem pelo parlamento quando se consegue aprovar um projeto de lei, uma emenda à Carta Magna, por exemplo. Gostam até mesmo de apelidá-las: Lei Kandir (isenção de ICM para produtos exportáveis); Lei Maria da Penha (dirigida a prevenir e coibir violência doméstica e familiar contra as mulheres) e aí o político fica com seu nome gravado para que ninguém o esqueça nas próximas eleições. Esses deputados nunca mais podem ser esquecidos, a lei pegou mesmo pra valer. Até os policiais quando efetuam uma prisão de um marido violento o enquadra logo: “Você está preso de acordo com a Lei Maria da Penha”. No que toca à Lei Kandir, muito bem bolada para incrementar as exportações, no sentido de dar maior competitividade aos nossos produtos, foi um grande passo, mas o governo ainda hoje está devendo a produtores brasileiros uma verdadeira fábula, muito dinheiro, e está passando o calote. Antigamente, várias leis foram promulgadas no sentido de se efetuar a “abolição da escravatura. A Lei do Ventre Livre, que foi tímida, declarava livres os filhos de mulher escrava que nascessem desde a data da sua expedição. A proposta foi oriunda do gabinete conservador presidido pelo Barão do Rio Branco... um bom começo! A Lei dos Sexagenários tornava livres, alforriados, todos os escravos que completassem sessenta anos. Não ficaram essas normas conhecidas pelo nome dos seus autores, afinal são parlamentares que votam. Naquele tempo, ao fixar em sessenta anos de idade a liberação dos escravos já reconhecia o Estado que uma pessoa com essa idade já podia ser considerada idosa. Hoje a conversa é outra, inventaram, para efeito de aposentadoria por idade, que só a partir dos 65 anos o homem pode ser considerado idoso, ou seja, velho. Não ponho a mão no fogo por político algum. Pode até ser possível que alguns deles mantenham empregados da cor negra em suas casas e fazendas agropecuárias. Se brincar, eles que fazem as leis sequer recolhem o INSS, ou assinam as carteiras profissionais. Férias e 13º salário nem pensar... Conheço gente aqui na praia, no meu recanto feliz, que nem o salário paga em dia, e esses caseiros são o que há de melhor. Tenho dois funcionários negros, mas com eles mantenho tudo em dia: Previdência, férias, folgas e 13º salário (já pago neste mês de novembro), pois eles têm direitos igualmente àqueles que pensam que são brancos. Sim, entendem que o são, mas neste país não existe gente dessa cor, porquanto todos são originários de escravos, índios e de estrangeiros. Nada somos além de uma miscigenação, a mistura das raças negra, índia e branca. O meu caseiro é um preto de coração branco. Seu único defeito é tomar “pinga”, encher a cara todos os dias. Já amanhece tremendo e o jeito é ir à bodega tomar a matinal, aí a tremedeira passa e ele começa a trabalhar. Um alcoólatra na expressão da palavra, mas não posso colocá-lo pra fora porque isso é uma doença; vou convivendo assim mesmo. Honestíssimo, de nada adianta mandá-lo embora, mesmo porque não arranjaria outro igual. Quando está sóbrio trabalha bastante! Essas leis que tentam dar cobertura e direitos a pessoas de cor são vistas por mim como mera demagogia, interesses pessoais, votos nas eleições, etc. Meu pai era uma espécie de mulato, que é o cruzamento de negro com branco, mas não me recordo de que tenha sido vítima de discriminação alguma nos 90 anos em que vivera (Deus que o guarde sempre num lugar especial). A igualdade racial que querem aprovar pode ser a maior discriminação de todos os tempos. Até parece que o homem público eleito pelo povo não conhece a Constituição Nacional. Diz expressamente a rainha das leis, em seu artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes”: E desfia um expressivo número de situações, hipóteses, a meu pensar desnecessários, pois no “caput” do artigo já contém o necessário e indispensável para qualquer juiz de direito decidir. O grande mal da Carta Magna é querer açambarcar tudo, legislar em cima de detalhes mínimos, não deixa os aplicadores das normas à vontade para produzir sentenças de conformidade com o seu livre convencimento. Afinal estudaram pra isso, não para serem manietados... Todas as leis que aqui são aprovadas visam a prever todas as hipóteses de penalidades, são detalhistas em demasia. Vamos daqui dar um exemplo: Um negro fora proibido de entrar num cinema. Crime, sem dúvida, e já capitulado no referido artigo quinto acima, quando diz que todos são iguais perante a lei. A justiça, com base nisso, pode muito bem formar um processo por falta de respeito ao nosso irmão de cor, e daí decidir a autoridade judiciária com uma pena compatível com o delito, mas, por favor, nem prisão perpétua e nem pena de morte. Sou dos que se autoridade fosse proporia a união de todos os códigos existentes: Civil, Penal, Trabalhista, Comercial, etc. Não necessitamos de tantos, o negócio é tornar práticos os procedimentos, porque da maneira que andamos ninguém poderá exercer suas profissões com desenvoltura e agilidade que a população reclama, em face do emaranhado de normas vigentes. Juízes então nem se fala. No antigo Código Civil de 1916, já se propugnava: "Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano”. Será que precisa ser mais claro, que o código deva ser tão esmiuçado? Com esse enunciado, qualquer juiz de direito tem a ferramenta necessária à correção do dano, ou amenizá-lo. Mas o novo Código Civil de 2002 permanece com esse entendimento... Então pra que modificar as coisas! Todos os nossos estatutos legais são muito emendados, esmiuçados. A Constituição nem se fala, pode ser comparada a uma colcha de retalhos, tais são as emendas que se aprovam todos os dias. Comparativamente, podemos observar que o corpo de leis que rege os Estados Unidos é bastante funcional e estável. No Brasil, em pouco menos de dois séculos, já tivemos a criação de oito constituições diferentes. A última delas foi criada em 1988, conta com um texto bastante extenso e, até hoje, sofreu cinquenta e três emendas. Para muitos juristas, o enxugamento da nossa constituição seria fundamental para o melhor funcionamento das instituições judiciárias do país. O EUA, que são mais velhos do que nós (descoberto em 1492, oito anos antes do Brasil), em todo esse tempo emendou a sua Carta apenas 27 vezes. No total é constituída de apenas nove artigos, mais do que suficientes para amparar todas as situações possíveis e imaginárias. A nossa lei maior tem 250 artigos, mais uma proliferação de itens, parágrafos, etc. Problema é que o brasileiro é muito prolixo... Vejam este artigo, por exemplo, não deveria ser menor! Mas voltando aos nossos irmãos negros. O blog acha que o legislativo está fazendo muita besteira ao querer aparentemente beneficiá-los. Vejam bem, “Estatuto da Igualdade Racial”, “Cota para negros nas Faculdades”, criação da universidade “Luso-afro-brasileira”, em que não será permitida a matrícula de brancos, e outras invencionices só conseguem piorar a situação. Deixem os negros viver em paz, eles não querem tantas leis, tão-somente que se cumpra o que já existe: “Todos são iguais perante a lei”. Bom dia. Um abraço. Em revisão. Fontes: UOL, TV-SENADO, GOOGLE.
Escrito por pirilampo às 03h57
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SENADO: A escolha de diretores do Banco Central Na sessão de terça-feira, no Senado Federal, pudemos ver como ocorre a votação de membros para o exercício do cargo de diretor do BACEN. Fiz questão apenas de acompanhar a que iria votar a indicação do Doutor Aldo Luiz Mendes ao Banco Central, justamente na hora em que ele estava encerrando os questionamentos feitos pelos senadores na pertinente audiência. Falava o cidadão, e esperava que não fosse um dos “aloprados”, justamente sobre a distribuição dos superávits da PREVI – Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, que tem o banco que lhe empresta o nome como seu patrocinador. O patrimônio da PREVI é qualquer coisa sensacional. Eram e são bilhões de reais contabilizados nos seus balanços anuais, e todo esse progresso por que passa a instituição é devido, exclusivamente, aos recolhimentos de seus mais de 100 mil associados, que contribuem com 10% mensalmente, independentemente do que pagam ao INSS – Instituto Nacional da Seguridade Social; daí os ex-funcionários receberem seus proventos de aposentadoria com pouca perda salarial, mas perdem sim. Claro é que o BB, como um dos patrocinadores, também recolhe a sua parte todos os meses, juntamente com a folha de pagamento dos servidores da Casa, como não poderia deixar de ocorrer. Entretanto, com superávits acumulados em cerca de 30 bilhões de reais, justo e regulamentar seria a devolução de quantias pagas, mensalmente, pelos funcionários e aposentados, normalmente corrigidas; porém nunca pelo patrono que, no máximo, poderia suspender seus recolhimentos até que as reservas tomassem seu curso normal, isto é depois de divididas com os seus reais donos, o pessoal da ativa e da reserva. Interessante é que a PREVI começou a estudar a maneira de dividir tanto dinheiro. Talvez numa mesa de bar, depois de tomar uísque do bom e do melhor, resolvera a diretoria estipular a divisão, e como seria feita. De cara criou logo um empecilho: Somente quem houvesse recolhido durante 360 meses (30 anos), ou mais, teriam direito de “abiscoitar” tão expressivos valores. A divisão começara a ser feita. A limitação imposta deixou muita gente de fora. Enquanto isso, os que bolaram a ideia foram beneficiados, alguns chegando a receber mais de UM MILHÃO DE REAIS, num verdadeiro absurdo não fosse o presidente da citada PREVI um sujeito da estrita confiança do governo. Alguém notou as discrepâncias e, decerto, tomou providências no sentido de que aquela sangria nos direitos dos demais associados (por exemplo, uma pessoa trabalhou 29 anos e 5 meses, embora com mais de 33 anos de previdência não teve direito a coisa nenhuma) fosse estancada. Ao que se sabe, suspenderam a distribuição desse bônus até ulterior decisão. Bom que se diga que o exemplo dado acima é reforçado porque mesmo depois de aposentado do BB o ex-funcionário continua recolhendo normalmente sua cota na entidade aqui em foco, a PREVI. O detentor do direito reclamado, na verdade, tem 47 anos de recolhimentos, que multiplicado por 12 nos oferece o total de 564 parcelas, muito mais do que o total exigido pelos competentes diretores (360). Vendo que havia tanto dinheiro na PREVI, que tem o BB como patrono, repito, e como o banco é do governo, este com os olhos grandes, no interesse de aumentar o “superávit primário” do Tesouro Nacional, havia criado a Secretaria de Previdência Complementar, ora para dar empregos a apaniguados políticos, quer para impedir a todo custo que a distribuição dos recursos da PREVI continuassem a ser distribuídos. Não deu outra, paralisaram tudo, e agora a Justiça está sendo acionada por mais de 40 mil aposentados para haver o recebimento de seus créditos, que não significa favor algum, pois baseados em recolhimentos em dinheiro feito ao longo dos anos. Já existe jurisprudência firmada, o direito é líquido e certo, mas eles contestam, ficam empurrando o “caixão” com a barriga, mas terão de pagar com as devidas correções da lei. O de que eles gostam mesmo é ganhar prazo, a PREVI já dissera que não negocia, mas para quem tem todos os direitos não vale a pena perder nas conversações, pois o mais fraco sempre recua... Só que nessa empreitada os aposentados são os mais fortes. De fazer rir é que o aposentado citado nas linhas acima, que possui mais de 33 anos de previdência, recebe, pasmem, a bagatela de R$ 465,00 do Instituto, como aposentadoria, porém sempre recolhera sobre 10 salários-mínimos. Pois é, o entrevistado da sessão, Sr. Aldo Luiz Mendes, estava dizendo justamente que concordava com o assalto que o governo fizera nos fundos de pensão, proibindo a distribuição do superávit que pertence aos que deram a vida, o suor e lágrimas ao banco, muitas vezes em cidades inóspitas do interior do norte e nordeste do Brasil. Meu amigo Nobre, por exemplo, prestou serviços em cidades cujo sanitário ficava no quintal e era composto de um chuveiro e uma panela da boca larga, que fazia o papel de bacia sanitária. Que me perdoe esse burocrata bajulador do presidente da República, eis que ele nada entende do riscado. Mas seu nome fora aprovado com apenas três votos contrários, levou por ampla maioria. Na hora da votação cheguei a ligar para um senador, em Brasília, informando do acontecido e pedindo que tanto ele como seus liderados não votassem favoravelmente à aprovação desse sujeito. Besteira minha, gastei um interurbano sem necessidade! Apenas tentei ajudar a colocar as coisas nos devidos lugares. Olha, o nível das perguntas é tão aguado, fraco, carente (não poderia ser diferente, pois no Senado existem muitos analfabetos em matéria de banco só sabem sacar seus proventos no final dos meses), e aí qualquer bestalhão passa... seria como uma prova oral em que os interlocutores do governo já entregam as perguntas e os gabaritos com antecedência... feito essas provas e concursos que fazem por aí... Ele não é inimigo apenas dos velhinhos aposentados do INSS. 
Depois de tudo, lá na frente, vem o arrependimento dos senadores, isso quando as coisas não funcionam dentro dos eixos, mas aí já é tarde, embora o blogueiro ache e entenda que quem aprovou pode depois destituir das funções qualquer desses burocratas indicados para o exercício de tão altas funções na República. Nunca vi um caso desses, o sujeito cumpre o mandato e pode dormir tranquilo. Como se pode deduzir destas linhas, o presidente Lula não é só inimigo dos velhinhos aposentados do INSS; manda que seus Senadores aprovem o fim do “fator previdenciário” e a elevação do reajuste nas mesmas bases do salário-mínimo, entretanto exige que na Câmara dos Deputados, onde tem expressiva maioria, os parlamentares fujam do plenário e não se obtenha o quorum necessário à aprovação dessas ninharias. Aposentados vão ganhar brisa.
Como subservientes, cumprem as ordens, os pobres velhos não têm força para lutar, ficam na dependência de algum político comprar a briga, no caso vertente o senador Paulo Paim (PT-RS), que já pensa em fazer acordo, o que não é justo, pois o Senado já aprovou tudo e por unanimidade. Mas podem esses idosos começar a quebrar tudo que virem pela frente, cadeiras, computadores, mesas, máquinas, rasgar material e uma série de carinhos que estão a merecer esses pilantras... Tudo copiando o MST, este movimento pernicioso que é bancado pelo dinheiro do povo. Vamos quebrar tudo minha gente, que ninguém será preso, criem o MSG – Movimento dos sem Governo. O que de positivo faz o presidente da Câmara Michel Temer (PMDB-SP), que não exerce sua liderança e obriga a que se votem as proposições, porquanto seus seguidores são muitos, contando-se com a ajuda dos da oposição nesse particular. Não, nada faz, limita-se a aparecer na propaganda gratuita do partido e dizer que está atuando para o bem do Brasil e dos brasileiros. Vai mentir assim lá na China, não queira se candidatar ao mais novo molusco da Federação! Esses hipócritas precisam tomar boa nota e não confundir os “velhinhos” com “velhacos” como muitos deles o são. Um abraço. Até breve. Em revisão. Fonte: TV-SENADO, FOLHA-ON, GOOGLE.
Escrito por pirilampo às 19h00
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LEGISLATIVO: Tenta medir forças com o Judiciário! Vinha ouvindo o meu rádio, no carro, e sempre estou ligado na CBN, quando uma notícia me chamou a atenção: A Câmara dos Deputados acaba de aprovar uma lei exigindo que para o exercício do jornalismo seja exigido, em qualquer situação, o diploma universitário pertinente. Essa tomada de decisão, intempestiva, por sinal, além de agressiva contra a Suprema Corte de Justiça do país, com certeza poderá tirar do ar milhões de blogs, twitter e outros escritos de que se vale a população brasileira [e até pessoas de nível superior] para registrar suas opiniões, queixas, carências e mesmo frustrações sobre toda a sorte de assuntos de interesse universal. A Câmara vai "cair do cavalo", quem viver verá. Pelo que me recorde, faz pouco tempo que o STF reunido, em sessão bastante concorrida, optou pela não exigência de diploma de jornalista por parte de empresas de comunicação; não quis aquela Corte dizer que o certificado não teria algum valor, muito pelo contrário, as interessadas, como sempre, tinham a opção de exigir o “canudo”, porquanto o assunto é intestino do empregador. Claro, lógico, evidente e cristalino que o simples fato de se possuir um diploma, um laurel, um pergaminho não significa, de modo algum, que o titular seja um jornalista de primeira plana, mesmo porque quando se sai de uma faculdade para o mundo fica-se como uma barata tonta à procura de empregos, que na área está muito difícil. Supremo Tribunal Federal – Guarda da Constituição O blog acredita que entre uma pessoa diplomada em jornalismo e outra em direito, por exemplo, pouca diferença possa existir, pois ambos devem estar aptos a escrever de maneira escorreita, fluindo normalmente e de sorte a promover o interesse dos leitores naquilo que se publica. Com certeza, quem é diplomado em jornalismo deve possuir mais conhecimentos técnicos da área, não necessariamente da nossa língua portuguesa, que por sinal está maltratando a todos com essas recentes alterações, das quais falaremos noutras oportunidades.
Isso não obstante, não significa de maneira algum, que pessoas experientes, que saibam escrever – e existem muitas --, embora sem “canudo” não possam fazê-lo para jornais, revistas, emissoras de rádio e TV e qualquer periódico com a mais absoluta correção e sobre diversos assuntos, porque o direito de opinar é extensivo a todos, ainda mais quando se propaga que o exercício da cidadania deve ser posto em prática. Entretanto, os parlamentares já votaram a nova lei pertinente à exigência do diploma, que deve agora ser submetida ao Senado, como casa revisora que o é nos próximos dias. Para ser coerente não deverá ser corroborada essa nova norma, cuja única direção é a de querer medir forças com o poder judiciário; briga da qual nem é preciso dizer quem será o vencedor; os digníssimos doutores juízes não são garotos para não entender o cunho agressivo que foi a votação do respectivo projeto de lei, em cima da bucha logo após manifestação sobre a matéria. O blogueiro acha, sem querer desmerecer jornalistas diplomados, que escrever é um direito de todos, e se uma empresa se propõe a publicar as matérias não há o que contestar, porquanto a Constituição brasileira oferece esse direito a qualquer cidadão que viva entre nós; quem tiver maior competência que se sobressaia, essa é a verdade! Diferentemente de um médico, que manipula com a saúde dos pacientes, este sim deve ser diplomado, fazer estágios, especialização, mestrado, etc. Já ao advogado, nem necessário se chega a tanto. Há até mesmo casos em que pessoas do povo, leigas em matéria de direito, são nomeadas pelos juízes para defender A ou B, normalmente no interior onde a escassez de causídicos é enorme. Conheço casos que pseudo advogados práticos se sobressaíram muito bem. Mas este país é assim mesmo. Um poder mandando no outro, interferindo demasiadamente, isso ao invés de funcionar isoladamente mas em sintonia, sem subserviência como quer e vem fazendo o presidente da República, que manda e desmanda na hora em que quer. No processo da extradição do descarado criminoso italiano, por exemplo, decidida pelo STF, o nosso soberano metalúrgico já declara que vai decidir por ele mesmo, e com certeza vai mantê-lo aqui no Brasil, a fim de que possa se juntar aos “aloprados” para possibilitar reforço à milícia paralela que vem se formando com o apoio milionário ao MST e com os desajustados da “bolsa-família”. Que o blogueiro esteja errado! Na hipótese de dar uma “zebra” nas próximas eleições, o que não é de acreditar, jamais o glorioso exército particular do Partido dos Trabalhadores, à frente a guerrilheira nº 1, permitirá a posse de quem por infelicidade for eleito. Bem, voltando ao assunto, não acho que a Câmara Federal, depois de tantos escândalos que também proporcionou, juntamente como o Senado, episódios que tiveram o apoio incondicional do executivo, tenha gabarito para impor lei em princípio inconstitucional, muito embora a história esteja aí a mostrar tantos atos imorais contra a população brasileira. Na esteira da nova lei seria de todo conveniente que se providenciasse uma emenda constitucional, com urgência urgentíssima, determinando que candidatos a cargos públicos de vereadores (nas grandes cidades), deputados e senadores (esses que fazem as leis) obrigatoriamente fossem portadores de diploma universitário, com o que teríamos representantes mais preparados. Seria excelente para esta nação, pois assim talvez melhorasse a qualidade do que se produz nas casas legislativas. O que ocorre hoje em dia e sempre aconteceu é que o parlamentar manda seu chefe-de-gabinete, regiamente pago, fazer um projeto de lei sobre determinado assunto, muitas vezes absurdos, sim porque o titular do mandato não tem tempo ou não sabe fazê-lo. Noutro dia presenciei discurso de um senador completamente fora de propósitos numa casa tão elevada pelo Rui Barbosa: Queria, em agradecimento à distinção com que fora tratado num restaurante de Brasília, entrar com um projeto de lei transformando essa opção que os garçons têm de cobrar 10% de taxa, em obrigação legal. Alegava sua excelência que muitas vezes o dono do estabelecimento não entrega o apurado ao seu funcionário. Abrindo parêntesis, o blogueiro é totalmente contra essa cobrança, pois entende que se o cliente está satisfeito com o atendimento a casa nada mais fez do que sua obrigação, afinal a concorrência é muito grande. Nada obstante, além de pagar o percentual de que se cuida, ainda arredonda a conta e sobra mais algum dinheirinho para o funcionário,mas isso eu sempre o fiz, independentemente de qualquer norma legal. Pois bem, normalmente serve de fontes a projetos no parlamento matérias jornalísticas, notadamente denúncias de ocorrências contrárias à população, e aí se fica com o prato feito, mesmo porque a redação praticamente já está pronta para ser usada, muitas delas de autoria de repórteres sem diploma algum. Aliás, é muito comum hoje em dia que pronunciamentos de deputados e senadores tenham como pano de fundo noticiários de jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão, o que é amplamente normal e benéfico, de vez que a essas mídias devemos a fiscalização e acompanhamento de obras, projetos, desempenho e desvios da coletividade, dos políticos e das empresas, públicas e privadas. O rádio, então, é quem obtém a resposta mais rápida a esses descaminhos, especialmente das castas que predominam pelo mundo. RIA SE PUDER Num ônibus, um padre senta-se ao lado de um sujeito que, com alguma dificuldade, lê um jornal. De repente, com uma voz um pouco “empastada”, o bêbado pergunta ao padre: -- O senhor sabe o que é artrite? Irritado, o padre responde, num tom irado: -- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras; mulheres, promiscuidade, sexo, farras, excesso de consumo de álcool e outras coisas impróprias à saúde. O bêbado calou-se e continuou com os olhos fixos no jornal. Alguns minutos depois, o padre achou que havia sido muito duro com o bêbado e disse, perguntando, tentando amenizar: -- Há quanto tempo o senhor está com artrite? -- Eu?...Eu não tenho artrite! Segundo este jornal, quem tem é o Papa! Um abraço. Fontes: UOL, INTERNET, CBN-JC, CONCEIÇÃO, MEMÓRIA, FOLHA-ON.
Escrito por pirilampo às 20h11
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BRASIL – O paraíso da corrupção e da impunidade! Interessante, quando supúnhamos que os escândalos do parlamento brasileiro estivessem todos desnudados, eles que foram os piores de todos os tempos, e ninguém fora punido, eis que nos deparamos com a denúncia de que “arquivos sigilosos” da Câmara dos Deputados revelam que ainda persiste o uso de notas frias de empresas fantasmas. Com a decisão de tudo publicar, como se fora optar pela transparência, que todo mundo aprovou, esqueceram-se de se comportar com dignidade e respeito suas excelências, talvez até pensando que ninguém procuraria se inteirar de seus gastos nas páginas da internet. Ledo engano, tudo o que fizer de bom ou de ruim os deputados estão obrigados a prestar contas, mesmo porque não o fazendo existe o apelo ao meio judicial para a consecução de todo e qualquer “dado” público. Com efeito, documentos mantidos em sigilo mostram que empresas com endereços inexistentes são beneficiadas de verba indenizatória, cujo limite é de R$ 15 mil para cada deputado. Para melhor explicar, referido valor se destina, como o próprio nome indica, ao pagamento de gastos feitos por deputados, mas dentro do enquadramento previsto nas normas internas da Casa. Não pode, por exemplo, repor aos bolsos do político, por exemplo, uma noitada numa boate com a pertinente acompanhante, seguida de uma visita a um motel. Há quem entenda, por absurdo, que estando o representante do povo longe de seu “habitat”, sua cidade de origem possa ele aproveitar a seu bel prazer essa verba excepcional, que representa mais ou menos trinta vezes o salário-mínimo em vigor no país, e os exemplos aqui enfocados são claros quando se refere a necessidades urgentes do corpo; sim, porque do espírito ninguém está se lixando. Notícia fresquinha revela que a “A Folha” teve acesso, por via judicial, a 70 mil notas fiscais, referentes aos quatro últimos meses de 2008, que aparentemente justificaram reembolsos de supostos gastos de deputados federais. Referidos documentos apresentam até mesmo endereços fictícios e empresas fantasmas, isto é desconhecidas ou mesmo clandestinas. Danado mesmo é que os cidadãos (?) que usaram essas notas juraram de pés juntos que os serviços foram prestados. Houve um deles, Márcio Junqueira (DEM-RR), que foi reembolsado mensalmente no valor de R$ 15 mil, isso pelo aluguel de carros de propriedade da firma PVC – Multimarcas. Gente, essa empresa foi aberta há pouco mais de um ano, porém emitiu ao parlamentar notas de numeração inferior a dez. Mas a descoberta, além de poder indicar que Junqueira seja seu único cliente, ainda nos informa, pasme, que o proprietário da empresa é nada mais nada menos do que o Dr. Victor Korst, advogado do deputado. Márcio Junqueira
Inteligentemente, mas depois de passar “batido”, o deputado especialista em desviar recursos públicos, do povo que paga impostos, deixou de solicitar os reembolsos; num país em que se trabalham doze meses para recolher cinco de descontos, taxas e contribuições, sobrando apenas oito para os trabalhadores, considerando-se aí o 13º salário, aparece uma sanguessuga dessas para chupar a última gota de sangue dos pobres brasileiros. Entre as empresas que mais fabricaram notas fiscais para dez deputados e ex-deputados está a SC - Comunicações e Eventos, cujos documentos somam R$ 115 mil. De acordo com as faturas, a empresa funcionaria em uma casa simples em Luziânia (GO), bem ali juntinho de Brasília, mesmo no centro do antro corruptor desta infeliz nação. Ouvido o dono do imóvel, este garantiu que nele nunca funcionou qualquer tipo de empresa. Logo, trata-se apenas de mais um estelionato grosseiro, que tanto poderia implicar na perda do mandato como no recolhimento de tão ínfima criatura ao cárcere. Pasmem, leitores, o proprietário da firma SC é simplesmente o assessor do senador João Durval (PDT-BA), Umberto de Campos Goularte, que explica o endereço inexistente como consequência de um erro do seu contador (de piadas, só sendo). Segundo o senhor Umberto, as notas foram dadas por serviços prestados de assessoria de imprensa. Ora, já não recebem essas escórias, essa gang que nos rouba a todos nós indefesos, uma verba específica de 60 mil reais por mês para essa atividade! O salário oficial de cada deputado é de R$ 16,5 mil, mas vejam que somente aqui tratamos de cerca de R$ 91,5 mil (15 + 16,5 + 60), mas ainda estão faltando as despesas que bancamos a título de material de expediente, aluguel de escritório, telefones, internet, correios, viagens às bases, auxílio moradia, médicos e medicamentos e outras que nem sabemos. Um detalhe é que em sendo o parlamentar líder, componente da Mesa Diretora, presidente de comissões e outros títulos têm outra serie de mordomias que encarecem e muito o custo dessas pústulas aos bolsos dos cidadãos brasileiros. Olha, até mesmo os mais pobres, os da bolsa-família, para exemplificar, pagam essas despesas sem notar, eis que já embutidas nos custos dos produtos que consomem. Daí não podermos nós nos beneficiar de um mercado mais acessível, de preços mais consentâneos com a renda de cada um e de todos os cidadãos. Não passa despercebido que o nobre (?) deputado é de partido da oposição, aquela que esbravejava a toda hora pela renúncia e cassação do senador José Sarney (PMDB-MA), presidente do Senado. Por essas e outras razões, isto é com “rabo de palha”, jamais poderiam exigir a punição de parlamentares indecentes, porquanto teriam de cortar na própria pele, e ao que se supõe o dossiê que o governo deve possuir sobre essas anomalias deve ser extenso...poucos sobrariam da possível derrocada. E ai já viu, para o bem e a felicidade de todos deixem o bigodudo ficar. O de que não me convenço, de modo algum, é que essas incongruências passem à revelia dos poderes constituídos, do Supremo Tribunal Federal. Sou mesmo um revoltado com esses desvios de conduta, que continuam a nos mostrar que nossa perspectiva de um Brasil limpo, soberano, capaz, democrático e que seja a pátria querida de todos jamais será concretizada; ficaremos sempre a sonhar não em berço esplêndido, mas deitados nas malhas frias da corrupção consentida por quem comanda esta nação. Enquanto isso, o fim do “fator previdenciário” tem sido um parto, porém com muitas dores, para quem dera toda a sua vida ao trabalho honesto, recolhendo as verbas previdenciárias dentro da normalidade, alguns sobre até dez salários-mínimos, e que essa excrescência criada pelos governos rouba-lhes o direito de receber no restinho de suas vidas o que seria lícito, legal e de direito neste miserável país que abomina a sua própria Constituição. Depois da votação na Câmara a matéria vai ao Senado para nova votação, e depois, o que é pior e arriscado, é que seguirá à sansão do presidente Lula, que terá duas alternativas: Ou vetar ou promulgar. Esta última hipótese pode ser a mais coerente com os seus propósitos de eleger sua candidata oficial à presidência da República. Na hipótese de sancionar, porquanto os interesses eleitorais estão acima dos nacionais, podem esperar todos os brasileiros que virá por aí uma compensação para o aumento da despesa previdenciária, normalmente a criação de um novo imposto ou taxa, ou até quem sabe a elevação das alíquotas dos que estão em vigor. A alegação de que o governo não tem dinheiro só é válida quando se trata de dar o direito aos pobres, mas para esnobar a riqueza da nação esses “amalucados”, “abestalhados”, demagogos e patetas estão sempre prontos a fazê-lo, doa em quem doer. A FAZENDA – Ana Paula é eliminada 
A linda juíza de futebol, Ana Paula, entrevistada pelo apresentador do show ao vivo, foi mais séria em sua resposta. “Eu mereço porque eu quero, primeiro de tudo. Segundo, eu estou começando a me mostrar agora, é impossível se abrir em uma semana, mas eu estou começando a me soltar. O convívio aqui é ótimo e eu mereço ficar”, discursou a bandeirinha. Mateus Rocha se emocionou, começou a chorar e só conseguiu dizer: “Sem dúvida essa é a experiência mais incrível da minha vida”. Um abraço. Em revisão. Fontes: UOL, INTERNET, GOOGLE, FOLHA-ON.
Escrito por pirilampo às 19h44
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BRASILEIRÃO – SÉRIE A SPORT: Deu sujeira na Ilha do Retiro
Fred disputa com Dutra Ninguém precisa ser entendido em matéria de futebol para opinar a respeito do papelão que o time do Sport Recife aprontou no Campeonato Nacional, especialmente no jogo de ontem à tarde/noite, na Ilha do Retiro, quando foi fragorosamente derrotado pela equipe do Fluminense pelo escore de 3 x 0... Uma vergonha para um clube de tanta tradição, centenário, com uma torcida que o apoia em todos os sentidos. Pelo início da partida, esperava-se que não houvesse aquela ampla abertura em sua defesa, que proporcionou aos atacantes tricolores jogar um futebol fácil, de toques e de muita disposição à luta. O primeiro tempo ainda deu pra enganar, parecia jogar sério o nosso representante. Na segunda etapa a bruxa (?) andou solta, perderam a cabeça, e até duas expulsões foram provocadas pelos atletas Moacir e Ciro, este que fora revelado pelo clube e ao mesmo tempo derrubado, eis que perdera a oportunidade de negociá-lo para o futebol europeu. Os gols do tricolor das Laranjeiras foram assinalados por Zé Antônio (contra), Fred e Conca, este que é um dos melhores atletas em atividade no futebol nacional. Melancólica está sendo a participação rubro-negra na competição, talvez a pior de todos os tempos... E não se venha aqui dizer que a expulsão dos dois atletas foi a responsável pela derrocada; ao Sport fora dada uma oportunidade de jogar livremente, sem compromisso de vender, pois já desclassificado, mas ocorre que não jogou com vontade de vencer, essa é a verdade, apático e irreconhecível. Detalhe triste é que a torcida rubro-negra, ouvida pelo programa do Ednaldo Santos, da Rádio Jornal do Comércio, fora unânime em declarar que o seu clube deveria abrir o jogo e levar uma goleada do Fluminense, de sorte a ficar com um expressivo saldo de gols. Ora, quem não esperava tal procedimento não sabe o que é militar no futebol deste Estado, onde não existe solidariedade de forma alguma. A bem da verdade, o Fluminense foi uma grata surpresa para o blogueiro, e sem querer inventar assegura que dos times que por aqui passaram durante esta temporada foi o que mais me agradou em termos de disposição, toque de bola e solidariedade nesta luta que empreende para não ser rebaixado para a série “B” no próximo ano. Esse jogador Fred já está merecendo uma vaga novamente na seleção brasileira, salvo se o Dunga não estiver acompanhando seu desempenho. BOTAFOGO: Faz valer sua tradição Enquanto isso, no Engenhão, no Rio de Janeiro, o Botafogo de Futebol e Regatas escreveu uma brilhante página neste Brasileirão, à tarde de ontem, quando levou de vencida o São Paulo pelo placar de 3 x 2, num grande espetáculo, que abrilhantou a torcida da estrela solitária; nos fez lembra os velhos tempos do Didi, o folha seca, Nilton Santos e do Garrincha, o homem das pernas tortas, que ainda hoje deixa saudades entre os brasileiros de qualquer equipe.  Saiu na frente com um golaço, talvez o mais bonito desse domingo, num chutaço de fora da área do jogador Jobson, deixando o goleiro Rogério Ceni sem qualquer possibilidade de defesa, apenas tivera tempo de olhar a pelota no fundo das redes. Este mesmo atleta, aos 44 minutos do segundo tempo, na hora em que o Botafogo praticamente estava na zona de rebaixamento, em face da vitória do Fluminense ante o Sport, marcou o terceiro gol, num sufoco extraordinário, retornando o time a ficar fora da Z-4. Os dois gols do São Paulo foram de Washington e Jorge Wagner, e os do Botafogo, Jobson (2) e Renato. Esse resultado pode mexer e muito com a tábua de classificação, complicando a situação do tricolor do Morumbi, do técnico Ricardo Gomes, que se acha com o plantel completamente esfacelado, isso em face das últimas indisciplinas cometidas por jogadores importantes de seu elenco. São Paulo, Flamengo, Palmeiras e Internacional podem ser campeões. O rubro-negro carioca perdeu uma grande chance de ficar na liderança, em face do empate em 0 x 0 com o Goiás, em pleno Maracanã. Com os resultados da rodada, o Palmeiras se reanima e ainda pode disputar o título, isso dependendo do insucesso dos demais. Todavia, a equipe do Muricy Ramalho está muito abatida, por conta dos últimos acontecimentos. Quem nada aproveitou da rodada foi o Clube Náutico Capibaribe, que agora terá de ganhar obrigatoriamente os dois jogos restantes e apelar para que o Fluminense, Botafogo e Santo André sejam derrotados nas duas partidas que ainda lhes restam para o encerramento do campeonato. Aliás, este último será o adversário do alvirrubro pernambucano na última rodada. VOLEIBOL MASCULINO Mais uma vez o nosso escrete está a um passo de conquistar a Copa dos Campeões, que está sendo realizada no Japão, país amante do esporte. Justamente contra os donos da casa é que os nossos atletas terão a difícil missão de conquistar mais um troféu para o nosso país. Os comandados de Bernardinho estão confiantes, embora sendo alguns deles novatos na equipe, mas estão se adaptando e entrando no ritmo dos demais. A tendência é crescer, mas o Serginho continua sendo o melhor líbero do mundo, e é uma das esperanças hoje pela manhã. Talvez antes mesmo da publicação do blog a partida já tenha sido realizada, em face do fuso horário. PS: Não deu outra. Nossos famosos craques, na manhã de hoje, levaram de vencida à boa seleção japonesa, por 3 x 0, sendo que no primeiro houve uma verdadeira “lavagem” de 25 x 7. Embora os japoneses hajam endurecido o jogo o segundo set, como se esperava, não foram capazes de ameaçar a vitória limpa e merecida do time de Giba, esse que a cada dia que se passa joga muito melhor, assim como se fora daqueles vinhos que quanto mais velhos mais saborosos. Ao contrário do futebol, que é repleto de “safadeza”, “enrolada”, interesses subalternos, esse esporte coletivo é o que ainda nos trás a alegria de ver eletrizantes partidas, dando assim uma lição de que sempre vence aquele que está melhor na ocasião. Esse nosso time é o que se chama da papa-títulos. Giba e Serginho RIA SE PUDER

O bêbado entrou no ônibus lotado, foi até a catraca onde estava o cobrador e gritou: -- Daqui prá frente é tudo corno e daqui pra trás tudo é veado! O motorista ficou revoltado com a agressividade do bêbado, e deu uma freada tão brusca que os passageiros se amontoaram uns sobre os outros. Tomando as dores dos passageiros, o motorista falou pro bêbado em tom desafiador: -- Venha até aqui e me diga quem é corno, seu fidaputa. -- Como é que vou saber se você agora misturou tudo! Fontes: UOL, FOLHA-ON, INTERNET, GOOGLE, GLOBO.
Escrito por pirilampo às 21h54
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AÉCIO NEVES: Uma grande palhaçada! Nesse namoro tergiverso de Ciro Gomes (PSB-SP) com o Dr. Aécio Neves (PSDB-MG), quer nos parecer que o governador de Minas Gerais está sendo, mesmo sem querer, uma espécie de fantoche nas mãos do incompetente, porém esperto deputado, ao qual jura haver amizade pra toda vida.  A postura do doutor Aécio, e só quem não a enxerga é o seu partido, seus líderes, é totalmente contrária aos anseios de quem deseja, a todo custo, retomar as rédeas do governo brasileiro. Está o inexperiente governador mineiro a afrontar seu partido, sua sigla, como que ameaçando ir a uma disputa interna para ganhar, de qualquer maneira, o direito de competir com a candidata do governo, que até esta data ainda é a doutora Dilma Rousseff, sua amiga, por sinal. O blog ainda acha que vai haver mudanças. Dizer que não sairá candidato se Aécio o for, aqui pra nós, é mera atitude de quem não tem nem cacife e nem apoio para tentar alcançar a presidência da República, ou mesmo de quem quer trair sua própria consciência, e ainda desejar ajudar ao governo que lhe garante o pão de cada dia. Funciona como uma ameaça, como que se ele, Ciro, tivesse votos suficientes para sequer ameaçar as candidaturas do governador Serra e da ministra apelidada mãe do PAC, a mesma sigla por onde caminhou o criminoso Battisti épocas atrás, na Itália. Em minha opinião ele está contando com o prestígio de alguém da Rede Globo, líder de audiência, mas que apenas pertence ao quadro funcional da emissora, não tem tanto prestígio para fazer quem quer que seja galgar o mais alto cargo desta república; mas sonhar com o impossível é problema de cada um; no máximo para ele uma vaga na Câmara dos Deputados ou mesmo no Senado, mas pela amizade que detém no governo poderá retomar o cargo de governador cearense. Por outro lado, bom que se diga que o Aécio não anda com essa bola toda. Aliás, conhecido do povo se tornara em face da morte da velha “raposa”, o excepcional Tancredo Neves, seu avô, e na esteira dele conseguiu chegar a governador de seu Estado. No Brasil os votos são transferidos de e para familiares, como se fossem uma herança ou mesmo uma monarquia. Certo que Minas seja o segundo maior colégio eleitoral do país com mais de treze milhões de eleitores, portanto tem expressiva força para proporcionar ajuda a eleger, em coligação ou não, o candidato que for escolhido para ocupar a mais alta magistratura da nação. Entretanto, que me perdoem os comandantes do PSDB, o governador Aécio está pregando assim como uma espécie de “racha”, ou seja, fazendo o jogo inteligente do governo, com o fito de dividir o que já não está muito agregado, que é a própria legenda; aliás, numa entrevista realizada há poucos dias o presidente do partido, senador Sérgio Guerra, entendi que chegou a dizer que o Aécio seria mais simpático, mais palatável, mais aberto do que o governador Serra, virtual candidato mais uma vez a uma derrota acachapante. Enquanto o PT lança seu pretendente, os tucanos não estão nem aí, não sabem o rumo que tomar, e não se ganha eleições “a toque de caixa”. Por oportuno, o senador Guerra, um bom quadro do PSDB, está na iminência de perder o seu cargo, pois a disputa em Pernambuco está muito acirrada; dois terão seus mandatos expirados no próximo ano, o doutor Marco Maciel (DEM) e ele próprio. A única salvação de um deles é a arriscada candidatura do senador Jarbas Vasconcelos ao governo do Estado...fora disso vai dar PT e aliados na cabeça. O ex-secretário de Estado João Paulo (PT-PE) e o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Dr. Armando Monteiro (PTB-PE), cuja entidade está nadando em dinheiro com a recente recuperação da economia nacional, certamente serão eleitos. Interessante é que sua excelência, Aécio Neves, se anima, fica à vontade e se acha no direito de sujar o “barato” dos que até agora pensam e estão certos de que fora do Serra não existe outra solução. Arrisco a dizer que o Fernando Henrique Cardoso, que governou oito anos, ainda é o melhor candidato das oposições ao pleito de 2010, até porque o PT e os partidos de apoio o respeitam muito, sabem que ele é preparado, e copiaram na ponta da língua tudo o que ele fizera, isto é deram respaldo até mesmo a procedimentos antes criticados, como por exemplo, às privatizações. Bom que se diga que o FHC deveria ter sido candidato no lugar do Geraldo Alckmin, nas últimas eleições, mesmo porque este ainda estava verde para enfrentar verdadeira arapuca dos promotores da campanha do PT, e tanto é assim que fora amplamente derrotado nos debates realizados pelas emissoras de TV. Levou um nó tático de Lula e de seus comparsas, perdeu a vez. Ninguém pode brincar com o marqueteiro Duda Mendonça, esteja abertamente ou não à frente das promoções. Tenho em mim que o PSDB já deveria ter expulsado o doutor Aécio de suas fileiras, porque ajudar o partido ele não o fará de maneira alguma... muito mais fácil será fazer acordos com o PT para se eleger senador e também o governador, seu sucessor. Poderia até mesmo ter migrado para um partido nanico, como o Fernando Collor, e aí suas chances melhorariam. Mas retornando com o assunto Ciro. Esse aproveitador de situações, que está sempre do lado do governo, se escorando e ganhando cargos ou comissões, representações e coisas que o valham, em retribuição a sua conduta de sujeito amigável, obediente e contrário aos superiores interesses da nação, não reúne condições para querer, sequer, ser candidato à presidência, salvo o direito de ser brasileiro. Não foi um bom Ministro da Fazenda. O espírito de Tancredo é muito forte. Sustenta muita gente, vereadores, deputados estaduais, federais e ainda poderá ajudar em outros cargos de maior nomeada. Claro que rendemos homenagens a esse que fora grande político, mas sua alma não pode ficar por aqui vagando e querer colocar pessoas ainda sem experiência para comandar os destinos da pátria. Na verdade, o doutor Aécio Neves poderia fazer um teste na Globo e participar da novela das oito. Vejam o caso do Brito, aquele jornalista a quem eram confiadas todas as mensagens dos médicos que cuidavam do Tancredo no hospital. Não demorou muito, logo fora alçado ao governo do Rio Grande do Sul, sem qualquer mérito a não ser a faculdade e o monopólio de ler os relatórios médicos do paciente...o povo brasileiro é deveras religioso e tem muita pena de demagogos e sofredores de araque. O meu voto pode ser considerado “de qualidade”, porquanto votarei se o quiser, estou isento da obrigatoriedade de fazê-lo. Políticos sem vergonha jamais contaram e contarão com o meu sufrágio. Esse é o procedimento correto, vamos dar um chega a bastardos, espúrios, ladrões e gastadores do dinheiro público, assaltantes em plena luz do dia, estelionatários eleitorais da consciência do povo, sujeitos que prometem como sem falta e faltam como sem dúvida. Bom, agora vamos publicar, mais ou menos, o perfil dos eleitores brasileiros nas eleições de 2006, aquelas que levaram o Lula a mais um mandato: Dos 126 milhões de eleitores aptos à votação, pasmem, 8,2 milhões se declararam analfabetos; 43,7 milhões apenas concluíram o primeiro grau, aí embutido o “bolsa-família”, esse famigerado programa do FHC que o PT tomou a paternidade e dele faz o que quiser e se elegerá indefinidamente por toda a vida. Será que existem votos comprados? O TSE que decida... Um abraço, em revisão. Fonte: TV-SENADO, GOOGLE, memória.
Escrito por pirilampo às 19h04
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FUTEBOL BRASILEIRO: UMA PENA! Havia este blogueiro prometido nunca mais falar em matéria de futebol brasileiro. Entretanto, os últimos acontecimentos dentro e fora dos gramados, não podem impedir que volte a mostrar minha modesta e desinteressada opinião aos que me honram com suas visitas e comentários. Por sinal, no anonimato, praticamente, o blog conseguiu arregimentar mais de dez mil visitas, enquanto que os comentários superam a marca de dois mil... É muita coisa, talvez nem fosse capaz de merecer tanto... A indisciplina passou a tomar conta do nosso esporte bretão, seja da parte dos dirigentes ou mesmo de jogadores, técnicos, torcedores e praticamente todos quantos se metem a enveredar pelo caminho desse esporte, que deveria ser um espelho para todo o mundo, não pelo número de copas que ganhara, porém pela organização, eficiência e respeito ao público. No campeonato brasileiro, que está em curso, e que tem sido uma vergonha nacional, o que se tem observado é a completa falta de esportividade, esquecendo-se os que nele militam e o dirigem que sem público, sem torcedores nada se faz em termos de sucesso, de evolução e de divertimento sadio tão necessário àqueles que passam a semana trabalhando com afinco, esperando que chegue o domingo para gastar boa parte do que ganhara para ver seu time jogar. Sim, comparecer aos jogos é uma tarefa que leva quase R$ 60 reais por partida, ou seja, 15% do salário-mínimo. Por último, mas constantemente, os árbitros das partidas vêm tendo atuações desastrosas, muitos pensam que seja desonestidade, mas pode ser simplesmente a pressão dos maiorais para não cair, não ser rebaixado e também se tornar campeão, ou mesmo se classificar para a disputa da Taça Libertadores da América. No ano vertente, e olhando a tabela de classificação, temos que ao São Paulo e Flamengo pendem as chances de arrebatar o título maior da disputa oficial. Embora o São Paulo tenha de disputar suas próximas partidas com desfalques importantes para o plantel, mesmo assim fica difícil afastá-lo da condição de grande candidato ao troféu. O STJD – Superior Tribunal de Justiça Esportiva --, que está agindo fora da lei, exorbitando-a, vem de suspender três atletas tricolores, tirando-lhes a condição de jogo para as próximas três partidas, ou seja: Dentro do atual campeonato eles não mais atuarão. O blog é inteiramente favorável a que se punam atletas violentos, mas desde que enquadrados no relatório final da partida, que deve ser a peça inicial dos processos. Quando falamos em decisão fora da lei queremos nos referir que o documento válido para se tomar qualquer decisão deve ser, sempre, a súmula dos jogos, onde deverá ser assinalada toda e qualquer irregularidade ocorrida antes, durante e depois dos jogos. Tal documento é de responsabilidade do árbitro central, que poderá ser coadjuvado pelos seus auxiliares na sua elaboração. Assim, quando o STJD decide punir com base nos vídeos produzidos pelas emissoras de televisão, mormente pela grande Rede Globo, que praticamente detém o monopólio das transmissões, de um lado retira de quem de direito a autoridade para denunciar desvios de normas; enfim de fazer um retrato escrito dos acontecimentos mais destacados, traduzindo o que fora o jogo, e de outro desprestigia o quadro de árbitros existente, desmoraliza-o. Quem não tem competência não se estabelece. Entendo que o árbitro que for imparcial, cumprir suas atribuições de forma lúcida, honesta e sem pender para qualquer lado deveria merecer sempre o apoio dos dirigentes máximos do nosso futebol; mas em se tratando de apitadores relapsos, vendáveis e mal intencionados as ocorrências não registradas na súmula deveriam ser punidas com o afastamento definitivo do delinquente, retirando-lhe os pomposos crachás tanto da CBF como da FIFA. Não é de boa política suspender atletas com base em gravações de ocorrências que o juiz não relatara no documento próprio, isso é evidente, até porque quem estaria mandando, arbitrando seriam as emissoras de televisão, seus comentaristas, narradores, técnicos, etc. Para o mundo moderno de hoje em dia, não se pode olvidar que um técnico especializado pode, mesmo depois das gravações, embutir no vídeo uma infração que não ocorrera, por exemplo, fazer com que a bola bata na mão de um defensor, e daí pra frente acusar o árbitro de que não marcara uma penalidade máxima supostamente havida contra A ou B. São truques naturais para quem lida com o recurso eletrônico. Então, baseado na pseudo ocorrência, o tribunal se reúne e decide afastar o árbitro por três, quatro ou mais partidas, quer dizer deixa de pagar o pão para o sustento de sua família. Numa jogada ríspida, muitas vezes já punida pelo apitador, vem o referido tribunal aumentar a penalidade. O cara que está suspenso automaticamente de um jogo recebe aumento da punição, o que não é justo. Se ao árbitro fora acometida a pecha de que é vulgar, vulnerável, desonesto e parcial que seja afastado ou eliminado das lides do futebol. O que não está escrito não está no mundo, ou seja, em não havendo processo não se poderá haver punição. No que se refere a dirigentes, que sempre procuram aparecer muito mais do que atletas, treinadores e sua torcida, conveniente seria que o STJD continuasse aplicando penalidades rigorosas, eis que em fazendo opinião pública seus pronunciamentos podem levar até mesmo sua torcida a praticar violências intermináveis; e há torcidas que são tidas como “gangs”, a história nos mostra os vários episódios até mesmo de morte por esse país afora. Infelizmente, no caso, ter-se-á de apelar sempre para as gravações das emissoras de rádio e de TV. Verdade que nos últimos encontros, notadamente em partidas que envolvem clubes do sul e sudeste, contra nordestinos vêm sendo marcadas faltas inexistentes, penalidades máximas, cartões amarelo, vermelho, e quando sua senhoria nota que ao clube grande está difícil de marcar gols, aí vem a boca salvadora... Arranja uma maneira de tomar o jogo dos mais humildes, esses que não têm nem voz e nem vez no âmbito das autoridades e das entidades esportivas brasileiras. Lances “cabeludos” digamos assim, que toda a torcida e os telespectadores viram e só o juiz não os quis ver aconteceram em inúmeras partidas. O gol do atacante Obina, do Palmeiras, contra o Fluminense, não apitado pelo Simon, que inventara uma falta inexistente do atleta palmeirense, foi um bom começo para essa verdadeira avalancha de safadeza que ronda as arbitragens brasileiras; as penalidades contra o Náutico e Sport, assim como a anulação de gols legítimos, colocam esses “sopradores de apito” no mesmo patamar de delinquente vulgar. A punição imposta ao dirigente do Palmeiras, Dr. Belluzzo, foi moralizadora, mas poderia não ter ido além de sessenta dias, porque na hora da paixão não há quem consiga se dominar, e as entrevistas são em cima da bucha, no fervor do encerramento do espetáculo, ou antes, e geralmente os radialistas ou repórteres sabem como provocar quem quer que seja, são extremamente práticos. O que não se deve é fazer calar a boca do dirigente, que antes de tudo é um torcedor. Indisciplinados? 
Recentemente, no jogo Grêmio x Palmeiras, nas terras gaúchas, perdidos em campo, atletas do Parque Antártica se agrediram mutuamente ao final do primeiro tempo, numa demonstração de que os nervos da equipe estão à flor da pele, isso em virtude de resultados não agradáveis por várias rodadas. Maurício e Obina foram às vias dos fatos e se esbofetearam à vista de todo mundo... Um desrespeito sem par. O clube, que até pouco tempo era o primeiro colocado, com pinta de campeão, foi perdendo terreno até para clubes pequenos e agora se acha praticamente alijado do título. Outra não poderia ter sido a atitude do juiz Héber Roberto Lopes, aliás, um dos melhores do mundo (mas não vai à Copa da África do Sul, porque o lugar é sagrado do Carlos Eugênio Simon), quando os expulsou de campo antes do início da segunda etapa. Resultado: Foram demitidos do clube. O mesmo não fizera o seu colega Leandro Pedro Vuadem, na oportunidade em que os jogadores do São Paulo, Hugo e André Dias apelaram para a violência mutualmente em pleno desenrolar da partida contra o Vitória de Salvador. Agressões claras, puníveis com cartão vermelho, porém sua senhoria apenas mostrara o amarelo, que ficou bem barato. Henry (mão na bola) 
A FIFA vem de confirmar, depois do gol de empate da França, na partida pela classificação à Copa do Mundo de 2010, contra a Irlanda, quando claramente o Henry colocou a mão na bola, ajeitando-a e passando rapidamente para seu companheiro Gallas marcar, que não há possibilidade de anulação e realização de outra contenda. A infração foi vista por milhões de expectadores, e assim o resultado de 1 x 1 vai permanecer na história, classificando por absurdo, o país de Platini. Isso é uma aberração, também acho, mas as leis que regem o futebol não permitem que se possa apoiar em gravações para decidir o que nada fora relatado pelo dono do jogo, o árbitro. Ao blogueiro, que nunca fica em cima do muro, cabe a opinião de que o recurso técnico às gravações, se utilizados imediatamente após o lance, não vincula e nem vicia qualquer ato que venha a tomar os condutores do jogo. O árbitro reserva ficaria encarregado de rever a jogada, e como auxiliar comunicaria ao árbitro central, que poderia assinalar ou não a irregularidade. O que não se deve é interromper o jogo a toda hora, a fim de verificar todos os lances... Melhor seria um robô se desincumbir da missão de arbitrar. Um abraço. Boa noite! Fonte: INTERNET, GOOGLE, UOL. Em revisão.
Escrito por pirilampo às 20h41
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BRASIL: Um amontoado de Leis Um dos grandes males por que atravessa o nosso país é, sem sombra de dúvidas, a existência de um emaranhado de leis, algumas justapostas, que trazem aos brasileiros, especialmente àqueles que as aplicam uma tremenda confusão. Sabe-se que a Lei Maior sobressai sobre as extravagantes, digamos assim, embora se brinque com a Constituição a todo o momento, quer aplicando-a em excesso ou aos pedaços ou mesmo deixando-a de lado. O que vemos hoje em dia, nada obstante esse mar de normas de conduta e de procedimentos, é que os nossos legisladores estão preocupados em registrar seus mandatos de forma a se sobressair, uns mais do que outros, e a opção é encher a secretaria das duas casas do Congresso Nacional de projetos sobre os mais diversos assuntos; basta se constatar qualquer situação anômala que, sem titubear, manda sua assessoria elaborar uma proposição que se destine a acobertar, a amparar sua pretensão... E aí o monstrengo é aprovado na Câmara, vai pro Senado e lá eles confirmam toda a besteira que da nova lei passe a constar. Geralmente, e quem quiser pague pra ver, são leis que tratam de direitos já garantidos pela Carta Magna e até dos códigos Civil e Penal, por exemplo; no costume e tradição de não se cumprir rigorosamente lei alguma em nosso solo, porquanto cada caso tem sido tratado com as conveniências próprias dos maiores interessados, aparece o político inteligente e se aproveita daquilo que seria um vácuo na legislação; e haja leis, tantas que tem delas que o são para alguns e deixam de sê-lo para outros. Na opinião do blogueiro há leis para tudo o que possa ser imaginado pelos mais robustos juristas, não se precisam de novas; o ideal seria fazer um projeto proibindo a que pessoas desavisadas e até despreparadas ao exercício de legislar, não importa se vereador, deputado, senador ou o que for, fiquem brincando de protocolar esqueleto de novas normas de conduta, pois se estaria assim permitindo que possam respirar os que lidam com esses dispositivos; uma regra mal examinada, pessimamente votada e aprovada, muitas vezes mediante pressão de pessoas, autoridades ou facções privadas ou publicas, passará a controlar a partir de então as atividades da população nacional, e isso não é o melhor para o país. Projeto de lei só seria admitido se fosse comprovada pelo proponente a inexistência de regra que trate da matéria, e das lacunas que julgar interessante preenchê-las, mas isso dentro de um raciocínio lógico, normal, transparente, nunca em face do corporativismo, que é um grande obstáculo à consecução dos objetivos do direito. Observo, ao longo das sessões realizadas nas casas legislativas, que um dos primeiros passos é se votar se a proposição é constitucional ou não, se obedece à boa técnica legislativa, e coisas tais. Pergunto-me como é que pode um deputado sem a devida preparação técnica-educacional decidir se aquilo que está votando se enquadra nas nossas leis e costumes, quando sua área é outra, por exemplo, a agricultura, pecuária, pequena indústria e comércio, etc. ou mesmo um simples brasileiro sem profissão alguma e sem preparo intelectual! Numa sessão de ontem, do Senado Federal, em homenagem ao “Dia da Consciência Negra”, que ainda seria hoje, com a plateia quase vazia, pudemos ver um dos mais detestáveis projetos de todos os tempos ser mencionado pelo senador Inácio Arruda (PC do B – CE) e o suplente, em exercício, Dr. Osvaldo Sobrinho (PTB-MT). Trata-se de mais uma proposta de discriminação de raças, agora oficial, já que se existe essa nódoa em nossa população deveria ser extirpada, não com a emissão de projetos indesejáveis, todavia mediante a exigência do cumprimento das leis. Um detalhe sobre os dois parlamentares acima: Sobrinho é o novo falante do Senado, discursa, faz apartes, e vem demonstrando o quanto é interessante saber da capacidade de suplentes, pois ele é um dos que galgou assumir temporariamente o poder, mas sofreu até demais quando era criança, e hoje é um homem formado, já fora até mesmo Secretário de Educação em seu estado natal. Falou pela manhã, nas homenagens e também à tarde, pela inscrição. Já o Inácio Arruda é um severo e exagerado defensor do governo em todos os sentidos, mas existe uma definição de comunista que aprendi ao longo dos anos: “É um eterno insatisfeito”. Em qualquer proposição de origem governamental ele vota favoravelmente na Casa. Para minha surpresa, e acredito que de muitos brasileiros que não praticam o racismo – e isso ocorre com a maior parte da população --, tive o dissabor de constatar que existe na Câmara Federal uma proposta de criação da “Universidade Luso-Afro-Brasileira”, que será destinada a assegurar matrícula para os nossos pretos, e aí é que entra uma exigência que é inconstitucional, qual seja: Destinada somente aos negros, qualquer outra raça não teria vez. Ora, se a nação faz um esforço para terminar com o resquício dessa divisão de raças, religião, status e tudo mais, por que essa proposição imoral de se praticar a discriminação de espécimes humanos distintos, reacendendo a chama que não se quer seja transformada em língua de fogo? Isso não é o melhor para o Brasil, não é democrático, não serve aos nossos princípios, é malhar em área perigosa até mesmo em nível internacional. Vamos esperar que os deputados não a aprovem e, em caso negativo, que no Senado ela não prospere, pois como se sabe cabe a este o poder de revisão das leis aprovadas na Câmara, daí as vantagens que tem o sistema bicameral aqui praticado. Estima-se que senadores sejam homens mais experientes, de maior vivência política, muitos até exerceram a governança de seus Estados, daí a esperança que se tem numa tomada de posição em benefício não de criar uma nova casta, mas favorecer o nosso país. RIA SE PUDER Lula discursava para dezenas de milhares de pessoas no Anhangabaú, em SP, quando, de repente, aparece Jesus Cristo baixando lentamente do céu. Quando chega ao lado de Lula lhe diz algo no ouvido. Então, Lula dirige-se à multidão: - Atenção companheiros! O companheiro Jesus Cristo aqui quer dizer umas palavras para vocês! Jesus pega o microfone e diz: - Povo brasileiro, não é verdade que este homem que tem barba como eu lhes deu o pão do conhecimento da mesma forma que eu fiz? O povo responde: - Simmmmmmmmmmmmmmmmm! - Não é verdade que, assim como eu multipliquei os pães e peixes para dar de comer a todos, este homem inventou “o fome zero” para que todos pudessem se alimentar? O povo responde: - Simmmmmmmmmmmmmmmm! - Não é verdade que assegurou tratamento médico e remédios para os pobres, assim como eu curei os enfermos? O povo grita: -Simmmmmmmmmmmmmmmm! - Não é verdade que ele foi traído por companheiros de partido, assim como eu fui traído por Judas? E o povão gritou ainda mais forte: - Simmmmmmmmmmmmmmmm! - E o que vocês estão esperando para crucificar esse barbudo? Um abraço. Em revisão. Acesse: WWW.pirilampo02.zip.net Ou WWW.recanto.dasletras.com.br O blogueiro é aposentado, idoso, marceneiro e aprendiz de pintura. Fonte: TV-SENADO.
Escrito por pirilampo às 19h55
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EXTRADIÇÃO DE BATTISTI Ainda tem gente neste país que consegue negar a capacidade jurídica, técnica e intelectual do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Despeito, certamente! Quem teve a felicidade de acompanhar o seu voto no processo de extradição desse criminoso italiano Cesare Battisti, à tarde/noite de ontem, não só recebeu uma excepcional aula de Direito Constitucional. Creio que, em faculdade alguma deste país se teria igual. Até considero e recomendo a que seja incluída no currículo do pertinente curso, em todo o país, a obrigatoriedade de os estudantes comparecerem ao canal 117 da TV-SKY ou em outro, que seja aberto, para beber tão importantes ensinamentos de tão ricas fontes, que são os membros daquela Corte Suprema. Sua Excelência, votando favoravelmente à concessão da extradição solicitada pelo governo da Itália, julgamento que observou todos os mandamentos jurídico-constitucionais, mostrou a todos os seus colegas, ao plenário, aos presentes, ao país e ao mundo o que é o estrito cumprimento do dever, do exercício de um cargo de relevo em favor das leis, do direito e da honra dos cidadãos. Com o resultado de 5 x 4 está agora o poder executivo na obrigação de devolver, observadas as leis e o tratado, esse infausto homicida ao país de origem, porquanto existe um sério compromisso firmado no particular. Ficamos praticamente presos à poltrona, nem coragem tivemos de interromper, por necessidade alguma, tão magistral voto, amplamente focado na jurisprudência, na lei e em compêndios dos mais competentes autores sobre matéria tão apaixonante. Com a prudência de sempre, sua maneira, digamos assim, catedrática de mestre que o é, fora discernindo sobriamente sobre o feito, sua origem, seu enquadramento, consequências, as obrigações do Brasil e do país requisitante, de sorte a fechar todas as portas a eventuais desvios que pudessem ser utilizados por brasileiros desavisados, que pendem para o lado da opção de ficar com esse malfeitor aqui na nossa casa. O ministro Eros Grau, como sempre, foi divergente. Alegando que não havia votado a propósito do mérito da causa, mostrou seu voto por escrito; na sessão anterior teria se afastado da sala. Mas o Dr. Gilmar Mendes, e essa é uma de suas características, qual seja o devido respeito aos demais membros, permitiu que sua Excelência falasse. Seu voto foi contrário à extradição, mas disso todo mundo adrede sabia... Conseguiu esse ministro, sem o querer, evidentemente, tumultuar até certo ponto a sessão, na parte em que tornava obrigatório ao executivo conceder a extradição autorizada. Todos se pronunciaram e o final foi confuso. Pensa o blogueiro que ainda vai ser prolongado esse caso, talvez com a interposição de recurso por parte dos interessados. A deixa foi dada... e não se brinca com inteligências tão raras que habitam o mundo jurídico nacional. Que me perdoem os sábios ministros divergentes da extradição, mas na qualidade de leigo, tenho minha opinião completamente oposta a deles. Então, um grupo de jovens infelizes, impotentes no uso da razão, digamos, resolve fundar um partido político ou uma facção contrária ao governo, e sai em campo matando adversários de toda ordem, pois não pode obter o poder na base da democracia, do voto. Mal sucedidas as operações desses criminosos, bandidos, anarquistas, revolucionários de última hora, aproveitadores da pobreza moral e ética do governo, do país e do povo, recolhidos são ao cárcere, devidamente julgados, e depois em sua defesa alegam que tudo aquilo foi “crime político”, como no presente caso, é completamente fora de qualquer raciocínio lógico por mínimo que seja. Ponham-se no lugar das famílias das vítimas, pais, irmãos e filhos, dentre outros, ao verem pessoas de seu sangue abatidas sem razão por esse aventureiro, desocupado, mortífero, aniquilador... Quanta desolação... Quanta tristeza terem de ver, agora, esse desavergonhado ser mantido pelos cofres públicos do Brasil, no caso de deferimento por cima da constituição, de sua permanência nesta nossa republiqueta de meia tigela. Ora, permitir que crimes comuns sejam transformados em “políticos” seria o maior absurdo possível, sim, possível porque neste país tudo o é, basta os poderosos querer. O Tribunal, prevendo que os entendimentos de que ao presidente da República competirá decidir, em última instância, se cumpre ou não a autorização do STF, comentou e discutiu em que condições poderia o executivo deixar de optar pelo caminho legal do resultado do julgamento; no caso de doença que ponha em risco a vida do extraditando, seria lícito que a medida fosse postergada, isso até que suas condições de saúde retomassem a normalidade (apenas uma hipótese). O poder discricionário do executivo não é no sentido de deixar de cumprir a decisão autorizativa do STF, eis que este não é um órgão consultivo, mas decisório, do contrário não sobrariam razões para sua existência. Tratados, acordos e convênios também não seriam necessários. Bastaria ao senhor absoluto, detentor de poderes que não os tem, decidir a seu bel prazer, e no caso do nosso país todos conhecem qual o direcionamento que o nosso presidente optou, em especial no segundo mandato. Aliás, sobre questão de saúde, de bom alvitre é constatar que o Battisti, talvez até por orientação de causídicos tenha orquestrado um plano de fazer greve de fome, a fim de sensibilizar a nossa Corte Maior, oportunidade em que recebeu a visita de solidariedade de políticos já conhecidos do PT – Partido dos Trabalhadores, à frente o hoje irreconhecível senador Eduardo Suplicy (SP). A seu lado, gente praticamente expulsa de sua sigla e que agora enriquecem (?) as fileiras do PSOL, esse que fora fundado pela ex-senadora alagoana Heloísa Helena. Com o recurso da “greve de fome” – será que não comia escondido saborosos pratos levados pelos seus admiradores? – viria o estágio almejado, que seria o de minar a resistência física do cafajeste, e daí uma doença até certo ponto perigosa, sujeita a tratamento demorado, a ponto de exigir sua permanência no Brasil, e a partir de então, devidamente orquestrada, seria prorrogada indiscriminadamente a remessa dessa pesada carga que, no âmbito e obrigatório poder jurídico, acabamos de nos livrar. Há quem queira alegar, sem qualquer possibilidade de êxito, que a demora em ser efetivado o julgamento do processo por parte do STF -- quer dizer colocando a culpa no Supremo – seria ponto pacífico para orientar a decisão do presidente da República no sentido de indeferir o pedido; é que não se admite, segundo esses entendidos, que não poderia esse assassino comum permanecer preso por longo tempo, em face das garantias e direitos individuais... Esse cara está recolhido desde 2007, apenas. Entretanto, decisão do Tribunal Superior não está sujeita a prazos, como ocorre nas prisões corriqueiras; o pior de tudo é que essa foi a contribuição (?) que o ministro Eros Grau deu ao julgamento da lide. Nessa altura do campeonato, constata-se que o executivo está de calças curtas, mormente porque obrigado está a cumprir a decisão exarada na data de ontem; do contrário a democracia estará não só arranhada, porque isso já é costumeiro, mas será oficializada de uma vez por todas a ditadura petista... Ou Lulista, como queiram. Poderá ser um caso de “impeachment”! Chega-se a querer duvidar da justiça italiana. Ora minha gente, o judiciário de lá é conhecido por tomar medidas altamente moralizadoras, por exemplo, a “operação mãos limpas”, quando bandidos de todas as espécies foram mandados ao cárcere, numa limpeza extraordinária... Isso deveria ser copiado nestas plagas, porque o nosso maior mal é a corrupção avassaladora que já está fazendo parte dos nossos costumes... chegamos a desacreditar que somos honestos... Condenado naquele país amigo à prisão perpétua, pena que inexista aqui entre nós, claro que a Itália terá de assinar compromisso no sentido de comutá-la para 30 anos, que é a máxima de nosso Código Penal. Mas dessa norma a Itália é sabedora e com ela concordara no ato da assinatura do tratado. Claro, o que mais nos chama a atenção é na hora em que querem criar dificuldade onde não existe, tudo é muito claro, qualquer leigo tomaria a decisão ora comentada, e não se precisaria de votos tão extensos dos senhores ministros, numa perda de tempo impressionante, quando deveriam estar debruçados sobre outros processos, especialmente da corja que contamina a vida nacional; o povo espera ansioso o julgamento dos 40 envolvidos naqueles escândalos apurados pelas CPIs; as eleições estão às portas e é preciso que se interrompa a ascensão de elementos perniciosos à democracia. O blog chegou a imaginar que os ministros contrários à medida pudessem rever seus votos e agora acompanhar o digníssimo presidente da Alta e última esfera judicial. Não aconteceu, mas seria extraordinário que o fizessem... Uma pena... eles poderiam... Até breve. Em revisão. Um abraço. O blogueiro é aposentado, idoso, marceneiro e aprendiz de pintura.
Escrito por pirilampo às 20h53
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Assuntos: 1 - APAGÃO. 2 - BANCO DO BRASIL APAGÃO A cada dia as explicações fabricadas de improviso pelo governo, sem qualquer embasamento seguro, a propósito do último “apagão elétrico” da semana passada, destoam das que poderiam se aproximar da realidade, isso se os detentores de cargo de comando no Ministério das Minas e Energia tivessem as rédeas nas mãos, ou seja, o controle técnico profissional absoluto sobre o funcionamento do setor. A permuta de cargos públicos por favores, entre PT e PMDB, por exemplo, é uma chaga que vai demorar muito tempo para sarar. É que vírus de ação lenta, mas permanente, lançados em todos os ramos de atividades do país, inclusive e em especial na economia por um partido que no começo parecia sério e agora desmoralizou, no caso o dos trabalhadores, não serão combatidos e extirpados com eficácia antes de decorridos trinta anos de sua contaminação. Agora é que estamos partindo para o oitavo e último do governo Lula, se é que ele vai perder as eleições do próximo ano, o que será muito difícil, convenhamos. O ministro Edison Lobão (PMDB-MA), corda e caneca com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), que vem mandando e desmandando no setor energético nos últimos anos, fora encarregado de tentar explicar o impossível, porque segundo técnicos abalizados no assunto não seria possível que raios, chuvas e pequenas trovoadas fossem capazes de produzir o espetáculo que estava faltando no atual governo para tentar se igualar às marcas do de Fernando Henrique Cardoso. Público e notório é que o senhor Lula e seus ajudantes copiaram tudo da era do PSDB no poder. A justificativa de que no nosso governo é “assim” e no passado foi “assado” soa deveras precária, de vez que só se devem comparar os resultados positivos. “A opção ruim por ruim vote em mim” também não é benéfica. Detalhe é que o nosso presidente metalúrgico falou claro e bom som que a diferença entre o seu governo e o daquele é que agora não faltou “geração”, fora apenas um “blecaute”, enquanto o seu opositor do passado permitira que houvesse a escassez de energia e consequentemente o racionamento. Quer dizer, atualmente se peca por abundância, excesso, nunca por insuficiência. As trevas do povo são a luz do governo. Prevalecendo essa premissa, o que não se é de acreditar, pois se a nossa capacidade de geração aumentou deve ter sido por causa dos investimentos feitos no governo que o PT substituiu. Aplicações maciças no setor elétrico demoram a maturar, a produzir, e em sete anos não haveria tempo de criar e inaugurar usinas produtoras desse bem indispensável ao desenvolvimento de qualquer nação do mundo. Na verdade, as lições do racionamento ficaram embutidas na cabeça dos brasileiros, que aprenderam a economizar e continuam a moderar os seus gastos, procedimento que tanto é bom para os seus bolsos como para preservar nossas fontes dessa energia. Se elevação de consumo houve, o que seria uma inverdade (o país não cresceu acima de 4% nos últimos quatro anos) decorreu do aumento populacional e até mesmo do poder de endividamento dos mais pobres, que passaram a dispor de aparelhos eletrodomésticos dos mais diversos e em profusão no mercado... a nossa energia continua muito cara! Por vezes me pergunto o porquê de o país perseguir a auto-suficiência em petróleo, por exemplo, se dela não participa o seu povo através de preços módicos de consumo! O Lobão, que me permita o elogio, entende e muito bem da produção de babaçu nas terras maranhenses, produto que é praticamente nativo, cuja casca é uma boa fonte de energia, pois pode ser utilizada em fornos, com alto poder de aquecimento... é um carvão de excelente qualidade. Por essa razão é que se fala nas terras do Gonçalves Dias: “Aqui o babaçu abunda”, isto é produz muito. A melhor justificativa para o “apagão” deveria ser fundada no nível que o país vem de alcançar em termos de corrupção. Subiu cinco posições, e é agora o 75º mais sem-vergonha do mundo, segundo a ONG Transparência Internacional, em estudo nesta terça-feira. Considerando-se o total de 180 países estudados, a nota brasileira ficou em 3,7 (que é irrisória), enquanto que a Nova Zelândia ficou em primeiro lugar com 9,4. Na pesquisa as notas vão de 01 a 10, e quanto mais se aproxima da máxima menos corrupta é a nação. BANCO DO BRASIL O noticiário de que o BB atingiu 20% de todo o volume de crédito aplicado no país, considerado o terceiro trimestre/2009 (julho/setembro), após medidas agressivas tomadas pela instituição, ao contrário de nos acalentar causa-nos bastante preocupação. Aqui não vamos falar em valores, mas somente em tese. Não precisa ser doutor para tirar daí uma conclusão, qual seja os demais bancos foram responsáveis por 80% desse volume de empréstimos, o que convenhamos não é lá essas grandes coisas. Estaria havendo muita centralização por parte da entidade oficial. Bom que se frise que aí estão embutidas as aquisições do controle da “Nossa Caixa” e da metade da carteira de veículos do Banco Votorantim, a fim de aliviar a situação financeira do grupo Ermírio de Morais. O maior crescimento do banco foi justamente na área de empréstimos pessoais, inclusive o destinado a velhinhos aposentados, e pensionistas, segmento livre de qualquer risco de “calote”, uma vez que as prestações são descontadas nos proventos dos pobres coitados. O bom de antigamente era que a maior parte das aplicações do Banco do Brasil era destinada aos setores produtores de riquezas do país (agricultura, indústria, por exemplo), a juros módicos, com o que se poderia ter custos mais baixos, aumentar a produção e o consumo dos bens internamente, e até mesmo exportar os excedentes mundo afora. Todavia, e com toda a certeza, figuram nesses ativos do banco oficial todas as espécies de créditos, inclusive aqueles “podres”, com riscos de não haver liquidação normal. O próprio presidente da Casa, Dr. Bendine, já dissera que o nível de inadimplência chegara ao “pico” e agora a tendência e se manter em queda. Concordo com ele, pois uma maneira de baixar índice de negócios ruins é aumentar o volume dos tidos como bons. Aumentando-se o dividendo e mantendo-se o divisor no mesmo patamar o grau de insolvência diminuirá, com certeza. São noções de matemática do curso primário de antigamente. É que o mercado continua assim: Operações de risco são remetidas ao Banco do Brasil, enquanto que do filé participa somente a rede privada, que sempre procurou socializar os prejuízos e se apoderar dos lucros. Ligeiras críticas ao Banco do Brasil Mas sobre o BB, o blogueiro entende que a decisão de submeter pedidos de empréstimos a um “comitê” de quatro funcionários, formado na própria agência, não é uma medida tendente a melhorar a qualidade dos ativos; o gerente titular fica sujeito a outros três votos, de pessoas que talvez nunca tivessem passado por carteiras de operações ativas, como a agrícola, industrial e também àquela de crédito geral, que examinavam tecnicamente os pedidos. Desde os primórdios que esse banco secular carece de bom atendimento ao cliente. Ninguém melhor do que o blogueiro para discutir o assunto. Recentemente, ao ligar para a sua agência (0714-5, Cabo de Santo Agostinho – PE), nenhum dos três gerentes de atendimento estava a postos. Um havia ido almoçar; outro gozava merecidas férias enquanto o terceiro tinha viajado para uma comemoração interna em Brasília (evento cultural). A telefonista ficou em polvorosa, cheia de dedos, pois bastante educada e queria dar uma satisfação que agradasse, mas não conseguiu. Daí haver pedido para falar com o gerente geral, coisa que é dificílima, mas no caso conseguira. Registre-se o excepcional atendimento que o cidadão proporcionara... Coisa de primeiro mundo... Encontrar pessoa desse nível com tanta simplicidade é tarefa quase impossível! Mas quem consentiu que os gerentes se afastassem dos serviços à mesma hora? É isso aí. Em revisão. O blogueiro é aposentado, idoso, marceneiro e aprendiz de pintura. Fontes: UOL, INTERNET, FOLHA-ON, TV-SENADO.
Escrito por pirilampo às 20h13
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BOM COMEÇO DE SEMANA... Nesta segunda-feira fui à CLARO, a fim de contestar a minha conta de telefone celular, porquanto apareceu um número que por mim não fora discado (valor de R$ 170,00, afora os impostos); e também aos Correios, para enviar, por SEDEX, documentação ao advogado, a fim de iniciar uma ação visando à reconstituição do nível do salário que ganhava quando de minha aposentadoria (01.04.1991). O INSS me paga a belíssima cifra de R$ 465,00 por mês, isso depois de 33 anos, 4 meses e 2 dias de trabalho registrado. Sobre a conta indevida, deram-me um protocolo com um km de números, os quais mostram quão precários são os serviços, considerando-se o registro de ocorrências. Disseram-me que em cinco dias resolveriam a pendência, e se ficasse provado que eu não liguei nada pagarei. Pelo menos o painel de meu aparelho, comandado para fazê-lo, não apresentou nos números chamados o que agora questiono. Problema vai ser como provar que o serviço fora utilizado. Na ECT, de cara, uma senhora sonolenta (e hoje é o primeiro dia de trabalho da semana), que foi logo dizendo: “Fora do ar”. No que eu falei, brincando: Não me tire do ar minha senhora, já não basta o “caco” que estou? Ela riu e me explicou em maiores detalhes... Era o sistema... igual aos aviões da FAB. Essa servidora me fez recordar os velhos tempos em que os barnabés (funcionários-públicos) só queriam saber de aumento de vencimentos... Trabalhar coisa nenhuma. Por essas e outras razões é que existe uma corrente no parlamento que prega a privatização de algumas empresas que ainda são comandadas pelo governo, e o Correio é uma delas. Até este dia fui terminantemente contrário a essa transformação, mas pensando melhor e com mais lógica pude observar que se houvesse competição séria e honesta nesse ramo altamente rentável – embora os valores cobrados ainda sejam baratos -- a minha carta teria sido despachada com a maior tranquilidade. Não se quer daqui falar mal dos Correios, mesmo porque a sua prestação de serviço melhorou da água para o vinho, entretanto, modernizar a cada dia deve ser uma meta a ser buscada incessantemente, até mesmo em face do novo mundo em que estamos vivendo... Tudo tem de ser mais rápido do que imediatamente... Até a de todos conhecida “rapidinha” passou a se chamar de “expressa”, sem direito a blecaute. No estacionamento do Shopping Center tive de pagar R$ 4,00 reais, o que antigamente era gratuito. O problema é que a caixa me perguntou se eu queria nota fiscal. – Pra quê perguntei-lhe? -- Para abater no IPTU. Confesso não sabia da modalidade. E aí me pergunto se esse pagamento não seria um imposto, claro que sim, pois sou obrigado a pagar, e além do mais virou uma moeda de troca por outro imposto... Num certo tempo a justiça mandou suspender a cobrança de taxa de estacionamento, mas a ganância é tão grande de se ganhar dinheiro neste país que houve recurso e passaram a cobrá-la novamente; por outro lado, o Shopping, mesmo você gastando em compras muitas vezes pródigas não perdoa... cobra mesmo, não adianta chorar... Em resumo: Três ocorrências desfavoráveis a um modestíssimo brasileiro para iniciar a semana. No tempo em que trabalhava, isto é ainda era útil ao país, meu secretário resolvia todos esses probleminhas, e eu fui ficando mal acostumado...O pior é que descobri que na minha documentação de aposentadoria está grifado em letras maiúsculas que era "FERROVIÁRIO"... Agora que o trem descarrilou mesmo!... Até breve. O blogueiro é aposentado, idoso, marceneiro e aprendiz de pintura.
Escrito por pirilampo às 18h51
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